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11/02/2015 15:57

Alheio a estagnação, financiamento habitacional cresce 150% em janeiro

Vanda Escalante
Paulo Antunes, superintendente regional da Caixa (Foto: Alcides Neto)Paulo Antunes, superintendente regional da Caixa (Foto: Alcides Neto)

Em Mato Grosso do Sul, o volume de empréstimos para habitação no mês de janeiro de 2015 superou em 150% o total registrado no mesmo período do ano passado. A informação é do superintendente regional da Caixa, Paulo Antunes de Siqueira. Foram liberados em janeiro deste ano mais de R$ 250,57 milhões para financiar 2.195 unidades habitacionais, contra os R$ 91,98 milhões de janeiro de 2014, destinados à construção de 878 moradias.

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De acordo com o superintendente da Caixa, durante visita, na tarde de hoje, ao Campo Grande News, esse aumento pode ter sido gerado por diversos fatores e diferentes conjunturas, mas sinaliza que não há estagnação no setor. “Se houve aumento, é porque houve demanda. O financiamento habitacional não sentiu diminuição da demanda”, garante.

Mesmo que seja fruto de operações iniciadas ao longo de todo o ano passado, ou que tenha havido algum empreendimento pontual de grande porte, para o agente financeiro esse resultado é muito satisfatório e significativo.

“Qualquer que seja o motivo, o fato é que o mercado está procurando o banco para financiar casas e a Caixa tem recursos para financiar”, afirma, considerando, porém, que os números de janeiro podem não se repetir no mês seguinte e nem são indicadores de uma “tendência” para todo este ano.

“No entanto, exatamente como se deu de 2013 para 2014, nossa expectativa para este ano é conseguir manter o volume de investimento”, antecipa Antunes. Em 2014, o balanço da Caixa mostrou investimentos da ordem de R$ 8,64 bilhões, sendo R$ 1,9 bilhão no setor de habitação, quase R$ 1,2 bilhão em infraestrutura e saneamento, e R$ 2,1 bilhões em programas sociais.

O superintendente da Caixa explica ainda que o setor da habitação consegue se manter em ritmo próprio e não ser diretamente “contaminado” por fatores como a alta do dólar ou das taxas de juros por conta da fonte dos recursos, já que 60% dos recursos são provenientes do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que não teve aumento de taxa de juros.

“Houve aumento com recursos da poupança, mas, em média, o reajuste foi meio por cento. Então, enquanto você paga 9% ao ano na taxa de juros do financiamento habitacional, a taxa Selic, que é o índice oficial, está 12,5%”, compara. “Então, continua sendo um bom negócio, e o consumir entende isso”, conclui Antunes.

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