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Campo Grande, Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

09/01/2015 10:53

Cesta básica de Campo Grande é a terceira mais barata do país

Priscilla Peres
Variações climáticas ao longo do ano interferiram muito no preço dos produtos. (Foto: Marcos Ermínio)Variações climáticas ao longo do ano interferiram muito no preço dos produtos. (Foto: Marcos Ermínio)

Campo Grande é a capital com a terceira menor variação no preço da cesta básica em 2014, entre as extremas quedas e altas o ano terminou com valorização de 2,36% no preço dos 13 itens pesquisados pelo Dieese/MS (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

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O consumidor campo-grandense começou 2014 pagando R$ 288,57 pela cesta básica e após doze meses precisou acrescentar R$ 19,75 para adquirir os produtos, que terminaram o ano custando R$ 308,32. Brasília foi considerada a Capital com variação mais alta durante o ano passado, 13,79%.

Ao que parece, os consumidores colocaram o pé no freio e consumiram menos no fim de ano. Isso porque em dezembro, a inflação caiu e a variação da cesta básica foi de apenas 1,52%, em uma época que o consumo deveria estar totalmente aquecido. Contrariando as expectativas, o feijão foi o produto que mais subiu de preço no mês passado.

De acordo com o Dieese/MS, o feijão também foi o produto com maior variação negativa em 2013 o que contribui para um equilibro no preço da cesta dos dois anos. Essa diferença está totalmente ligada a oferta do produto e a política de compras e leilões da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).

Ao longo de 2014, os consumidores encontraram nas gondolas variações extremas nos preços dos produtos, devido principalmente as variações climáticas. Dessa forma, produtos como a batata e o tomate tiveram grande variação no ano, 5,91% e -0,66% respectivamente.

Familiar - Para adquirir a cesta básica familiar, equivalente para quatro pessoas, o campo-grandense precisou desembolsar R$ 924,96 em dezembro, R$ 13,26 a mais que em novembro do ano passado. O custo médio da cesta em 2014 foi de R$ 912,22.

Mensalmente, o Dieese pesquisa o valor do salário mínimo necessário para atender as necessidades do trabalhador e de sua família. Para dezembro, o mínimo deveria ser R$ 2.975, maior em R$ 25,33 que em novembro.




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