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Campo Grande, Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

09/09/2015 09:39

Com negociações de carne e minério em queda, MS exporta 15% a menos

Caroline Maldonado
 Exportações de carne e couro bovino diminuíram entre janeiro e agosto (Foto: Divulgação/Fiems) Exportações de carne e couro bovino diminuíram entre janeiro e agosto (Foto: Divulgação/Fiems)

O montante referente as exportações de Mato Grosso do Sul caiu 15,46% no acumulado de janeiro a agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor passou de US$ 3,8 bilhões para U$ 3,2 bilhões, segundo o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

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A retração se deve em especial a queda nas negociações de carne e couro bovino e minério de ferro. O montante da exportação de carne passou de US$ 410 milhões para US$ 233,7 milhões, diferença de 43,13%. Somente o JBS, maior grupo do país, reduziu a exportação a partir de Mato Grosso do Sul em 44%.

Já as vendas externas de minério reduziram em 70,6%, passando de US$ 356,6 milhões para US$ 104,7 milhões. A exportação de soja, por sua vez, caiu 3,04%, saindo de US$ 1,2 bilhões para US$ 1,1 bilhão. O produto se mantém líder no mercado externo.

Em alta - Em contrapartida, as exportações de milho cresceram 93,14%. O montante, que foi de US$ 84,9 milhões de janeiro a agosto de 2014, ficou em US$ 164 milhões no mesmo período deste ano.

Também se destacam as negociações de papel fibra, cujo o aumento foi de 91,5%. O valor saltou de US$ 21 milhões para US$ 40,3 milhões. As exportações de açúcar de cana aumentaram apenas 2,3% no acumulado até agosto, de US$ 212,7 milhões para US$ 217,6 milhões.

No total, em agosto, o Estado exportou o equivalente a US$ 335,4 milhões, enquanto importou US$ 257,5 milhões, diferença de U$ 77,8 milhões.

A China, que havia diminuído a compra de produtos de MS em 4,2% no primeiro semestre deste ano, apresenta resultado melhor no acumulado até agosto. O país comprou 6,77% a mais nesse período, em relação o mesmo intervalo de 2014. Itália (-13%), Argentina (-60%) e Holanda (-45%), no entanto, mantêm a queda nas negociações.




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