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Campo Grande, Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

06/11/2015 20:28

Com redução de 19%, prefeituras perdem R$ 13,6 mi no 1º FPM do mês

Flávio Paes

Dependendo do primeiro repasse de novembro do FPM( Fundo de Participação dos Municípios) na próxima terça-feira, para concluir ou fazer mais uma etapa do pagamento de outubro dos servidores, os prefeitos de Mato Grosso do Sul terão uma razão adicional para aumentar suas preocupações neste final de semana.

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É que este repasse será 19% menor que o de igual período do mês passado, representando uma perda de R$ 13,6 milhões. Pelas projeções da Confederação Nacional dos Municípios, no seu conjunto, as prefeituras receberão R$ 56.680.032,72,ante os R$ 70.339.664,72 de outubro. No caso específico Campo Grande, a perda será de R$ 749 mil, caindo de R$ 3.718.6422.74 para R$ 2.969.632,92.

A prefeitura de Sidrolândia, por exemplo, pagará nesta sábado os salários de quem ganha até R$ 5.500,00 e espera o FPM da terça-feira para quitar o restante da folha de pagamento no valor de R$ 3.189.781,3. Na Capital, receberam hoje os funcionários com salário de até R$ 2 mil e os demais um adiantamento no mesmo valor.Com este dinheiro do fundo devem ser pagos na quinta-feira os funcionários com vencimento até R$ 4 mil, que representam um custo de R$ 5,8 milhões.

O levantamento da área de Estudos Técnicos da CNM foi divulgado na tarde desta sexta-feira, 6 de novembro. Ainda em relação aos dados, a entidade destaca que a análise não incluí os repasses extras de janeiro de 2014 e 2015. Também não considera o repasse adicional de maio e outubro deste ano. Porém, foi incluído na análise o repasse referente ao 0,5% de julho de 2015. Se o 0,5% de julho, que foi mais uma conquista municipalista, for desconsiderado, o impacto negativo real do fundo é mais expressivo: de 4,13%.

A previsão da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é de aumento de 10,2% para novembro, em relação ao mesmo mês de 2014. Para a Confederação, se o primeiro repasse já apresentou redução a estimativa de crescimento fica prejudicada. Diante dos números e da realidade econômica do País, a entidade municipalista aconselha que os gestores se mantenham em alerta, tendo prudência e cautela na execução de suas despesas.

 




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