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Campo Grande, Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

11/05/2015 07:00

Comunicado da Energisa Mato Grosso do Sul

Informe Publicitário

A Energisa Mato Grosso do Sul esclarece à população que, por decisão judicial de 7 de maio de 2015, o Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Dorival Renato Pavan, do Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul, concedeu liminar suspendendo as atividades da CPI batizada de Enersul/Energisa.

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Embora em caráter preliminar, a decisão, com 27 folhas, está amplamente fundamentada. Desde que assumiu a concessão, a Energisa vem cumprindo com sua parte, realizando investimentos relevantes no serviço público de distribuição de energia elétrica no Estado, demonstrando forte empenho e compromisso em oferecer um serviço cada vez melhor à população do Estado do Mato Grosso do Sul.

Para a Energisa, a decisão reconhece que a empresa não tem qualquer envolvimento com fatos narrados pela CPI batizada de Enersul/Energisa.

A decisão da Justiça também reforça o posicionamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) de que não houve e não haverá qualquer influência dos fatos investigados na fixação da tarifa de energia para o consumidor do Mato Grosso do Sul. Vale ressaltar que a prestação de serviço público de distribuição de energia elétrica é uma atividade regulada e fiscalizada pela Aneel, que dispõe de instrumentos que permitem calcular o valor justo e adequado da tarifa para todos os consumidores do país. Os índices tarifários atuais estão diretamente relacionados à crise hídrica vivida pelo setor elétrico brasileiro.

A Energisa entende que o seu nome estava sendo associado de forma equivocada a uma investigação que, como destaca a ANEEL e a decisão do Desembargador, não tem relação com o período da sua gestão na concessão pública federal do Estado, que teve início em abril do ano passado.

A Energisa reforça ainda que as investigações dos atos praticados pela antiga gestão da Enersul - que está com seus bens indisponíveis – vêm sendo conduzidas pelas autoridades competentes federais, em especial Aneel, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Polícia Federal, Banco Central e Ministério Público Federal, com base nos dados apurados durante a intervenção da Aneel na empresa.

ENERGISA REFORÇA COMPROMISSO COM O ESTADO

A Energisa é uma empresa centenária, com 110 anos de mercado, reconhecida pela seriedade com que atua e pelo comprometimento com a qualidade dos serviços prestados.

Sua gestão, assim como todas as empresas do setor elétrico, é regulada pela ANEEL e, por ser uma empresa de capital aberto desde 1907, também opera sob fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A aquisição das empresas do Grupo Rede foi realizada após a apresentação de um aprofundado Plano de Recuperação, aprovado na justiça no âmbito da Recuperação Judicial do Grupo REDE, antigo controlador destas empresas, e pela ANEEL. Neste sentido, a Energisa assumiu o compromisso de solucionar questões financeiras e operacionais por meio de aportes de capital e investimentos. Além disso, o negócio foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em seu primeiro ano de atuação em Mato Grosso do Sul, a Energisa investiu R$ 282 milhões em ações de ampliação do sistema de alta tensão e construção de novas subestações; na ampliação, modernização e reforço do sistema de média e baixa tensão; na ligação de novas unidades consumidoras; no combate a perdas não técnicas e em diversos usos ligados à infraestrutura e melhorias gerais da operação.

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É no mínimo estranha a exacerbada a defesa da atual concessionária em relação à ANEEL, e mais estranha ainda é a liminar de suspensão da CPI. O fato é que, o que consta no estudo e levantamento realizado, é que houve justamente "falhas" de regulação e fiscalização, ocasionando cobrança indevida. Adivinha quem pagou a conta... o consumidor é claro!

O comunicado deveria ser enxuto e explicativo, dizer que para cada real ou "milhão" investido, é mensurado em uma planilha e quem paga por isso é o usuário. Outra coisa, como uma empresa explora os serviços essenciais sem garantia financeira? E quem comprou arcou com os ônus.

Parabéns Judiciário! Parabéns nova concessionária! Parabéns agência reguladora!

No Brasil é assim, eu indico quem vai me fiscalizar!

Orgulho de ser brasileiro!

Credo!!!
 
Paulo em 11/05/2015 11:43:05
Eu já tenho uma opinião diferente: "Quem não deve, não teme."
Se de fato a rede ENERGISA não tem nada a esconder, porque então entrou com liminar "proibindo" a instalação de CPI???
Tinha mais é que apoiar a CPI, pois se há algo a ser investigado, creio que a maior interessada é a própria rede ENERGISA, para provar as lisuras de suas ações, ou não???
 
Rodney em 11/05/2015 08:36:30
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