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10/07/2015 08:12

Cooperativa do PR investirá R$ 500 mi em produção de óleo de soja no MS

Caroline Maldonado
Governador Reinaldo Azambuja visitou cooperativa em Campo Mourão, no Paraná, no dia 1º de julho (Foto: Divulgação/Governo de MS)Governador Reinaldo Azambuja visitou cooperativa em Campo Mourão, no Paraná, no dia 1º de julho (Foto: Divulgação/Governo de MS)

O Governo do Estado confirmou a cosntrução de um complexo industrial da Coamo (Cooperativa Agropecuária Mourãoense), com investimento de mais de R$ 500 milhões, em Mato Grosso do Sul, mas ainda não foi divulgada a previsão da instalação, que vem sendo articulada pelo governador Reinado Azambuja (PSDB). Na semana passada, ele visitou uma unidade, em Campo Mourão, no Paraná e disse que a vinda da indústria é uma das iniciativas do governo para superar a crise.

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O complexo de esmagamento e refinamento de óleo de soja será construído entre os municípios de Caarapó e Dourados, a 233 quilômetros de Campo Grande. A cooperativa já tem 115 unidades em 68 municípios no Paraná, Santa Catarina e MS.

“Há 90 dias estamos conversando com a diretoria da Coamo, mostrando as potencialidades do setor agrícola. Ficamos contentes com a definição por MS. Mais um importante investimento, dessa vez de R$ 500 milhões, que vai gerar emprego, renda e agregar valor ao que é produzido aqui”, afirma o governador.

Conforme o governo, está previsto o esmagamento de aproximadamente 3 mil toneladas de grãos por hora, a mesma capacidade da planta de Campo Mourão, que é atualmente a maior esmagadora de soja da cooperativa. O objetivo é agregar valor às matérias primas locais, segundo o secretário do Meio Ambiente, Jaime Verruck. “Em Campo Mourão o governador falou sobre os benefícios do Proind (Programa Estadual de Apoio à Industrialização), apresentou a infraestrutura logística e de energia elétrica”, comenta Verruck.

A cooperativa já recebe grande volume de soja de Mato Grosso do Sul, de acordo com o presidente e fundador da Coamo, José Aroldo Gallassini. “Além da proximidade da soja, a região tem boa localização para escoamento. Nossos cooperados sul-mato-grossenses têm porte médio superior aos do Paraná, com propriedades de 600 a 1,5 mil hectares”, destaca o presidente. 




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