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Campo Grande, Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

15/06/2015 16:35

Feirão de imóveis movimenta R$ 150 milhões; 50% a menos que em 2014

Priscilla Peres
Feira começou na sexta-feira e terminou ontem. (Foto: Liana Feitosa)Feira começou na sexta-feira e terminou ontem. (Foto: Liana Feitosa)

A 12ª Feira de Imóveis e Oportunidades da Caixa, realizada no fim de semana passado em Campo Grande, movimentou apenas metade da edição de 2015. Dessa vez foram R$ 150 milhões em expectativa de negócios, contra R$ 300 milhões no ano passado. O número de visitantes também caiu quase pela metade, passando de 7 mil para 4 mil.

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Neste ano foram ofertados 4 mil imóveis, distribuídos por várias regiões da Capital e comercializados por 14 empresas entre imobiliárias, construtoras e incorporadoras. Outra diferença foi o desconto de 15% nos imóveis, para tentar chamar a atenção de compradores.

O presidente do Secovi/MS (Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul), Marcos Augusto Netto, abriu a feira pedindo que os consumidores "chorassem" pelo preço na hora da negociação e terminou o evento, dizendo que mais uma vez, predominou "a busca pelo sonho da casa própria".

O fato é que nos últimos anos o setor esfriou, deixou de lado o boom imobiliário e preços nas alturas, para negócios mais tímidos e muitos imóveis encalhados. O feirão é uma maneira de movimentar o segmento e reaviver a velha vontade de ter um imóvel próprio. Para Marcos, o resultado é positivo.

"Se olhar pelo contexto nacional de crise e ajuste fiscal, fazer uma feira com esse resultado, é muito positivo. Realmente não foi como no ano passado, ,mas nem esperavamos que fosse", explica o presidente do sindicato. Outra consideração importante da feira é que os contatos feitos durante o fim de semana continuam, e podem se consolidar ao longo dos dias.

Outra diferença desse ano, segundo Marcos, é que os consumidores procuraram por imóveis mais caros, não apenas do Minha Casa Minha Vida. "As pessoas buscaram imóveis de outro padrão e os financimantos continuaram. O governo está atendo ao setor, para que não haja estagnação".




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