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Campo Grande, Sábado, 01 de Outubro de 2016

06/02/2015 10:44

Inflação sobe 1,35% e Campo Grande só perde para São Paulo e Rio

Os gastos com energia elétrica, água e esgoto são os que mais pesam no bolso

Caroline Maldonado
Gastos com energia elétrica, água e esgoto são os que mais pesaram no bolso das famílias em janeiro (Foto: Marcelo Calazans) Gastos com energia elétrica, água e esgoto são os que mais pesaram no bolso das famílias em janeiro (Foto: Marcelo Calazans)

O indicador do custo de vida em Campo Grande, que fechou o ano passado em alta, subiu mais uma vez, em janeiro. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), teve alta de 1,35% no mês passado, em relação ao anterior. Campo Grande é a terceira cidade com maior inflação, dentre as pesquisadas. Com isso, o acumulado dos últimos doze meses ficou em 7,76%, acima do teto da média, que é de 6,5%.

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A pesquisa divulgada hoje (6), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), levanta dados de dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Todos esses, apresentaram alta no índice no último mês.

Ficou em primeiro lugar na lista dos com maior inflação, o Rio de Janeiro, com alta de 1,71% no índice e em segundo São Paulo, cuja variação é de 1,51%. Dentre os que apresentaram alta menos significativa, estão Salvador, com variação de 0,88%; Brasília, com 0,78% e Recife, com 0,57%.

Os gastos com energia elétrica, água e esgoto são os que mais pesam no bolso das famílias, segundo a pesquisa. O reajuste de água e esgoto da Capital de 12,26%, ocorrido no dia 3 de janeiro, impactou no índice que mensura esse serviços, com alta de 11,19%. O índice da energia elétrica, por sua vez, também teve alta em Campo Grande, com variação de 7,84%.

Brasil - Em janeiro, o IPCA apresentou variação de 1,24% e ficou 0,46 ponto percentual acima da taxa de dezembro, que foi de 0,78%, no país. Esta foi a taxa mais elevada desde fevereiro de 2003, que havia sido de 1,57%.

Já o índice acumulado nos últimos doze meses (7,14%) foi o mais alto desde setembro de 2011 (7,31%), segundo o IBGE. Em Habitação (2,42%), grupo de maior resultado, o destaque ficou com a energia elétrica, cuja alta de 8,27% gerou impacto de 0,24 pontos percentuais, o mais elevado no mês.

No grupo Habitação, subiram os índices da taxa de água e esgoto (1,42%), aluguel residencial (1,22%), mão de obra pequenos reparos (0,95%) e condomínio (0,81%). No grupo Transportes (1,83%), destaca-se a elevação nos gastos com transporte público: ônibus urbano (8,02%), ônibus intermunicipal (6,59%), ônibus interestadual (1,21%), metrô (9,23%), táxi (2,63%), trem (8,95%).

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