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Campo Grande, Sábado, 24 de Setembro de 2016

27/07/2016 17:53

Mato Grosso do Sul gerou 35 empregos com carteira assinada em junho

João Humberto
Agropecuária foi o setor que mais contribuiu para a geração de empregos com carteira assinada em junho (Foto: João Carlos Jr)Agropecuária foi o setor que mais contribuiu para a geração de empregos com carteira assinada em junho (Foto: João Carlos Jr)

Enquanto no Brasil foram fechados 91.032 empregos formais em junho, Mato Grosso do Sul gerou 35 vagas com carteira assinada. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (27).

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Conforme o Caged, o setor que mais contribuiu para a geração de empregos com carteira assinada em junho no Estado foi a agropecuária (+600 postos), cujo saldo compensou a retração do emprego na Indústria de Transformação (-417 postos).

Os serviços do setor extrativista mineral (45) e industrial de utilidade pública (41) também tiveram variação positiva. No entanto, os do comércio (-44) e serviços em geral (-181), apresentaram quedas.

No primeiro semestre deste ano houve acréscimo de 3.319 postos de trabalho e perda de 11.780 empregos.

Maracaju lidera o ranking de evolução de emprego formal, com 143 postos de trabalho. Em seguida estão Rio Brilhante com 85; Ponta Porã com 79, Três Lagoas com 57, Amambai (55), Sidrolândia (55), Coxim (54) e Aquidauana (38).

O quadro de demissões se agravou em Campo Grande (577), Paranaíba (-279), Dourados (-171), Naviraí (-68), Corumbá (-68) e Nova Andradina (-4).

No Brasil – Apesar do grande número de empregos fechados em junho no Brasil, o resultado melhorou em relação a junho de 2015, quando foram fechados 111.199 postos formais. No acumulado deste ano, o Caged contabiliza 531.765 vagas fechadas e, nos últimos 12 meses, o saldo chega a 1,765 milhão de postos com carteira assinada a menos.
O setor de serviços registrou a maior queda de vagas formais em junho deste ano, com fechamento de 42.678 postos de trabalho. O setor inclui a atividade bancária, transportes, comunicações, ensino e serviços médicos, por exemplo.

As maiores perdas de postos de trabalho foram registradas em São Paulo, com fechamento de 29.914 vagas. Em segundo lugar está Rio de Janeiro, com recuo de 15.748, e em terceiro o Rio Grande do Sul, com menos 10.340 vagas.

Além de Mato Grosso do Sul, o emprego formal teve resultado positivo em mais sete estados: Minas Gerais (4.567), Goiás (3.369), Mato Grosso (2.589), Acre (191), Piauí (101), Amapá (54) e Maranhão (17).

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