A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 01 de Outubro de 2016

19/06/2015 12:40

MS tem o melhor saldo de empregos do país, mas o pior em 8 anos

Priscilla Peres e Viviane Oliveira
Ministro falou em coletiva nesta manhã. (Foto: Viviane Oliveira)Ministro falou em coletiva nesta manhã. (Foto: Viviane Oliveira)

Mato Grosso do Sul gerou 534 empregos em maio, o saldo é o maior do país no mês, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados hoje pelo ministro Manoel Dias, em Campo Grande. Porém, os números também mostram que esse é o pior resultado para o mês dos últimos oito anos.

Veja Mais
Em visita técnica, ministro fala sobre influência da política na economia
Ministro visita novas instalações da Funtrab de Mato Grosso do Sul

De acordo com o ministro, no mês passado o Estado teve 21.255 admitidos e 20.721 desligados, gerando o maior saldo do país. Em segundo lugar aparece Goiás com saldo de 333 vagas, e em terceiro o Acre, com saldo de 193. O país teve deficit de 115 mil postos de trabalho em maio.

O resultado de maio também aponta um cenário negativo na indústria sul-mato-grossense, com deficit de 600 postos de trabalho. Por outro lado, todos os outros segmentos tiveram saldo, com destaque para a agropecuária que gerou 754 postos, seguido de Serviços (178), Construção Civil (84), Extrativa Mineral (50), Comércio (45), Serviços Públicos (13) e Administração Pública (10).

Sobre esses dados, Manoel Dias disse que o Estado perdeu de um lado e ganhou do outro. Também justificou que a Indústria está fechando postos de trabalho desde o ano passado, principalmente nas áreas de alimentação, mecânica, metalúrgica, transporte. Ele afirma que para melhorar o setor voltar a ser competitivo, medidas serão discutidas para a modernização.

"Mas vamos superar. não vamos regredir. Estamos passando por dificuldade e temos tomado algumas medidas, muitas delas impopulares, mas necessárias", afirma o ministro que atribui a instabilidade da economia a política e não a própria economia. "Essa crise [e política".

Construção Civil - Manoel explica que na história do Caged, a Construção Civil sempre tem resultados melhores no segundo semestre do ano. Diante disso, ele acredita que serão gerados 3 milhões de postos de trabalho no segundo semestre deste ano. "Com isso, vamos repor o estoque que perdemos".

"Dos R$ 86 bilhões do fundo de garantia destinado a casa própria, R$ 20 milhões já foram contratados, para esse segundo semestre. Isso será destinado a construção de 100 mil unidades de casas populares, para pessoas de baixa renda".

Em relação ao agronegócio, o ministro afirma que será instalado um comitê, para incentivar a modernização, a compra de maquinas e exportações do setor. "Nos temos quer modernizar"




imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions