A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

30/04/2015 08:54

Na contramão do país, cidade mantém avanço econômico e ganha 6 fábricas

Além das indústrias de móveis aprovadas por conselho de desenvolvimento, loteamentos também impulsionam economia de Dourados

Helio de Freitas, de Dourados
Implantação de loteamentos habitacionais também contribui com atual desenvolvimento econômico de Dourados (Foto: Chico Leite/Divulgação)Implantação de loteamentos habitacionais também contribui com atual desenvolvimento econômico de Dourados (Foto: Chico Leite/Divulgação)

A cidade de Dourados, a 233 km de Campo Grande, mantém o desenvolvimento econômico, mesmo com a estagnação da economia brasileira. De acordo com números divulgados hoje pela prefeitura, cinco empresas em média se instalam por dia no município. Nas duas últimas reuniões do CMDU (Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano), o destaque ficou para a indústria moveleira. Dos 46 processos analisados pelos conselheiros, seis foram aprovados para implantação de indústrias de móveis.

Veja Mais
Prefeito diz que free shop pode ser a salvação da economia da fronteira
FMI reduz projeções e prevê queda de 1% da economia brasileira em 2015

A estimativa é que essas novas empresas devem gerar pelo menos cem empregos. Por se tratar da implantação de indústrias de alto impacto urbanístico, com geração de ruídos e resíduos, o CMDU precisa dar um parecer para a instalação, já que não existe uma legislação específica para o setor.

Com a aprovação dos projetos, as empresas iniciam agora o processo de instalação, que inclui a licença ambiental. Conforme a prefeitura, uma das fábricas será instalada na Rua Pedro Rigotti, no Jardim São Pedro, para produzir móveis de madeira. Outra ficará na Rua João Damasceno Pires, no Jardim Água Boa e, além de fabricar móveis de madeira também fará a venda direta ao cliente.

Outra fábrica, voltada à produção de móveis em MDF, deverá ser instalada na Rua Edilberto Celestino de Oliveira, no Jardim Santo André, para produzir armário embutido, balcão, cama, mesa, painéis de madeira e cozinha planejada. A empresa também vai atuar no comércio varejista de móveis e de ferramentas manuais e elétricas.

O conselho aprovou também a instalação na Sitioca Campina Verde, saída para Ponta Porã, de uma fábrica de móveis de madeira e MDF. Outra empresa será instalada na Rua Mario Feitosa Rodrigues, no Altos do Indaiá, para produzir móveis com predominância de madeira. A sexta fábrica também atuará na área de reformas e consertos e vai ser instalada no Altos do Monte Alegre.

Para a prefeitura, o planejamento da cidade adotado a partir de 2011, com melhoria da infraestrutura e implantação de programas de fomento à economia e qualificação de mão de obra, tem amenizado os efeitos da crise. Com isso, Dourados continua atraindo moradores da região e de outros Estados, que vêm para a cidade para trabalhar ou instalar o próprio negócio.

Construção civil – Outro setor que mantém a economia de Dourados aquecida é a construção civil. Vários loteamentos estão com unidades à venda, entre eles duas etapas do Alphaville, Porto Madero e Greenville, todos condomínios de luxo, e loteamentos populares, como o Vival dos Ipês, Vival Castelo e Esplanada. Seis torres de 12 pisos ou mais estão em construção, assim como dezenas de prédios menores.

Conforme o corretor João Junior, o comércio de imóveis continua aquecido em Dourados. O Residencial Vival dos Ipês, por exemplo, tem 936 lotes, fica localizado na MS-156, ao lado do Jardim Guaicurus, e foi vendido quase totalmente em dois dias. Boa parte dos compradores é de cidades próximas a Dourados que vai construir para uso dos filhos durante a faculdade.

Também nas reuniões recentes do CMDU, foi aprovada a instalação de dois empreendimentos de material de construção. Uma das empresas será instalada no Parque das Nações II e vai atuar também na colocação de peças em mármore, granito, ardósia e outras pedras. Uma empresa semelhante será instalada no Jardim Ouro Verde, com fábrica de esquadrias metálicas e outros materiais de ferragens.

FMI reduz projeções e prevê queda de 1% da economia brasileira em 2015
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções para a economia brasileira em 2015. Em documento divulgado hoje (10), o órgão estima que o...
Ruim para muitos, dólar alto pode dar fôlego à economia
O dólar valorizado pressiona os preços no mercado interno, aumentando a inflação, e é ruim para quem vai viajar. Mas, em um ano em que é prevista ret...
Economia brasileira cresceu apenas 0,1% em 2014, diz IBGE
A economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, na comparação com o ano anterior. O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produ...



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions