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Campo Grande, Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

02/03/2016 13:02

Painel em frente a praça Ary Coelho marca quanto já foi pago de imposto

Priscilla Peres
Na rua 15 de novembro, população poderá ver o painel com os números. (Foto: ACICG)Na rua 15 de novembro, população poderá ver o painel com os números. (Foto: ACICG)

Os sul-mato-grossenses já pagaram R$ 1,6 bilhão em impostos para o governo do Estado. Já os moradores de Campo Grande, pagaram outros R$ 366 milhões em tributos da prefeitura. A partir de hoje, quem quiser saber quanto de sua renda foi destinada a imposto, poderá olhar para cima ao passar pela praça Ary Coelho, e ver os números.

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A ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande) instalou um painel do impostômetro na fachada da sede, localizada na rua 15 de novembro em frente a praça Ary Coelho. "A ideia é conscientizar a população mesmo, principalmente aquelas pessoas que tem uma renda menor e que não sabem o quanto pagam de imposto", explica o diretor Roberto Oshiro.

O impostômetro vai marcar os tributos arrecadados nas três esferas: federal, estadual e municipal. "Quem ganha um salário mínimo e não tem casa e carro, por exemplo, acha que não paga imposto. Mas paga ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) todos os dias, em todos os produtos", destaca Roberto.

O método de calcular o imposto pago pelo contribuinte surgiu em 2005, em São Paulo. Desde então, o impostômetro também mostra o que poderia ser feito com o montante arrecadado. Com os R$ 1,6 bi de MS, é possível comprar 18.895 ambulâncias equipadas ou contratar 114.023 professores do Ensino Fundamental por ano.

Em Campo Grande, o equipamento analisa o somatório das receitas correntes, incluindo além das arrecadações de tributos municipais (IPTU, ISS, ITBI, taxas e previdências municipais), o montante das transferências constitucionais realizadas pela União e pelo estado, bem como outras receitas não tributárias (como patrimoniais, industriais, etc).

De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), só no ano passado, o brasileiro trabalhou cinco meses para pagar os impostos, taxas e contribuições destinadas aos cofres.




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