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Campo Grande, Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

06/05/2015 15:27

Preço do açúcar varia mais de 300% entre estabelecimentos, diz pesquisa

Mariana Rodrigues
 Foram analisados 30 produtos, divididos em setores de alimentação, limpeza e higiene pessoal. (Foto: Divulgação/ Notícias MS) Foram analisados 30 produtos, divididos em setores de alimentação, limpeza e higiene pessoal. (Foto: Divulgação/ Notícias MS)

Foi divulgada nessa terça-feira (5), a primeira pesquisa do Procon de itens da cesta básica com produtos comercializados na Capital. Foram analisados 30 produtos, divididos em setores de alimentação, limpeza e higiene pessoal. No ranking de variação de preço, o açúcar refinado foi o grande vilão e ficou em primeiro lugar no comparativo de preço, apresentando variação de 323,03%.

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O açúcar refinado foi encontrado em alguns estabelecimentos comerciais pelo preço de R$ 1,65, e comercializado em outro por R$ 6,98. Outro item que mostrou grande variação de preço foi a margarina de 250 gramas, a mais barata foi comercializada por R$ 1,29 e a mais cara por R$ 3,49 sendo esta uma variação de 170,54%.

Ainda de acordo com a pesquisa, outros produtos que tiveram grande variação de preço foi o macarrão com 151,11%, o extrato de tomate 133,59% e o feijão carioca com 127,85%. Já a batata e a cebola não apresentaram variação de preço.

Nos itens de higiene pessoal, a maior variação foi encontrada no papel higiênico com 4 unidades. O produto foi encontrado ao menor preço por R$ 1,30 e ao maior preço por R5 5,30, uma variação de 307,69%. O sabão em barra foi o que apresentou maior variação em relação aos itens que compõe os produtos de limpeza. O produto apresentou variação de 201,34% , ficando a frente da água sanitária 117,50% .

Carnes - Outro item pesquisado foram as carnes, foi constatado um aumento de 10,17% comparado com pesquisa feita em 04 de março. As maiores variações entre o menor e maior preço estavam no frango (KG), com um percentual 106,23%, paleta suína (kg) 99,79%, músculo bovino (kg) 67,23%, lagarto bovino (kg) 67,15% e filé mignon bovino (kg) 60,20%.

O levantamento dos preços das carnes foi feito em seis estabelecimentos comerciais da Capital. O Procon pesquisou 28 itens, divididos entre carne bovina de primeira e segunda, carne ovina, carne suína e aves.




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