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09/12/2014 14:33

Produção de motocicletas registra queda de 15,8% em novembro

Armando Cardoso, da Agência Brasil
Produção de 11 meses de 2014 registra queda de 10,2% em relação a igual período de 2013Arquivo/Agência BrasilProdução de 11 meses de 2014 registra queda de 10,2% em relação a igual período de 2013Arquivo/Agência Brasil

A produção de motocicletas registrou queda de 15,8% em novembro, em comparação com o mês anterior. Balanço divulgado hoje (9) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) revela que, no período, saíram das fábricas 121.719 motocicletas, contra 144.596 unidades produzidas em outubro.

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No acumulado dos 11 meses deste ano, foram fabricadas 1.429.012 motocicletas, o que corresponde a uma queda de 10,2% em relação a igual período de 2013, quando foram registradas 1.592.073 unidades.

Conforme a Abraciclo, os números do acumulado do ano das vendas no atacado (da montadora para as concessionárias) fecharam 11,3% abaixo de 2013. Segundo os dados, a produção atingiu 1.483.307 em 2013, contra 1.316.391 em 2014. Na comparação mensal, os resultados foram 7,2% menor, gerando um volume de 129.156 motocicletas comercializadas em outubro, contra 119.808 em novembro.

As exportações de motos também registraram redução no mês passado. Foram comercializadas para outros países 7.107 unidades em outubro, 52,8% a menos que em novembro (3.355 motos). De acordo com a associação, a queda brusca é explicada pelo recuo do mercado argentino. No acumulado, a queda foi de 16,3%, quando comparado a 2013. Foram 98.002 motos exportadas no ano passado e 82.003 em 2014.

Apesar disso, o presidente da entidade, Marcos Fermanian, faz uma previsão otimista para o próximo ano. “Em 2015, não teremos os impactos negativos que tivemos em 2014 no varejo, principalmente com a Copa do Mundo e as eleições".

Para Fermanian, mesmo sendo um ano com expectativas de ajustes da economia brasileira, com a chegada da nova equipe econômica, o setor está confiante na retomada do mercado. "Além disso, acreditamos que as medidas sobre retomada de bens deve favorecer o mercado, permitindo a flexibilização nas concessões de crédito e contribuindo para o segmento atingir seus objetivos”, acrescentou.




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