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Campo Grande, Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

09/07/2015 10:06

Semana da Conciliação realizou 415 audiências e recuperou R$ 566 mil

Priscilla Peres
Durante 7 dias, população pode fazer negociações pela semana. (Foto: Marcos Ermínio)Durante 7 dias, população pode fazer negociações pela semana. (Foto: Marcos Ermínio)

A V Semana de Conciliação negociou dívidas no valor de R$ 566 mil, através de 415 audiências entre empresas e consumidores de Campo Grande. Este ano a ação durou dois dias a mais que nas edições passadas, o que resultou em aumento de 30% no montante recuperado.

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No ano passado, foram 296 audiências que resultaram em R$ 435 mil recuperados. Porém, a taxa de sucesso da edição 2014 chegou a 83%, índice superior a deste ano que ficou 74%. Além das audiências promovidas entre os dias 29 de junho a 7 de julho, foram agendadas 67 novas sessões para agosto e setembro, fruto de atendimentos à população.

A ação promovida pela ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), por meio da CBMAE (Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem de Campo Grande) e do PACE (Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual), também arrecadou 37 latas/pacotes de leite em pó para a instituição filantrópica Cotolengo.

A Semana da Conciliação é realizada desde 2011, como uma forma de solução rápida, eficiente e econômica de resolver conflitos, pois acontece sem a interferência de advogados e oferece total segurança jurídica, já que o acordo final é aprovado pelo juiz. Neste método, um conciliador tem a função de aproximar as partes para negociarem diretamente a solução de suas divergências, com neutralidade e imparcialidade.

Apesar de dívidas serem os problemas mais comuns, qualquer tipo de conflito pode ser resolvido na CBMAE, como questões de direito de família, desentendimentos com vizinhos, em condomínios, ou entre sócios e até questões de ação penal privada (como calúnia e difamação). “Queremos estabelecer a pacificação social e contribuir para reduzir o número de processos. Mesmo com o fim do evento os trabalhos continuam” explica o presidente CBMAE e 1º secretário da ACICG, Roberto Oshiro.




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