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22/10/2014 09:49

Setor de serviços, que estava em alta, tem queda de 1,2% em agosto

Caroline Maldonado
Receita de serviços de informação e comunicação teve alta de 1,7%  em agosto (Foto: Marcos Ermínio)Receita de serviços de informação e comunicação teve alta de 1,7% em agosto (Foto: Marcos Ermínio)

Em agosto, o setor de serviços em Mato Grosso do Sul registrou queda de 1,2% na receita nominal, com relação ao mesmo mês do ano passado. A retração vem após dois meses seguidos de alta na arrecadação do setor. Em junho, o Estado teve aumento de 2,6% na receita e em julho a alta foi de 2,22%.

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Os dados divulgados nesta quarta-feira (22) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que o Estado, até o mês passado o 15º da lista das receitas com melhor desempenho em junho, agora ocupa o 3º lugar entre os quatro que tiveram pior receita em agosto.

De acordo como IBGE, o Amapá teve queda de 3,9% na receita de serviços, seguindo do Piauí, com -2% e o quarto da lista é Espirito Santo, com retração de 0,6 em comparação com o mesmo mês do ano passado. Este último permanece há, pelo menos, três meses com queda na receita do setor.

Já o Distrito Federal se mantém na liderança dos Estados que apresentaram melhor receita, com 13,2%. O Acre é o segundo da lista dos que aumentaram a receita, com alta de 11,2 na comparação com agosto de 2013, enquanto Tocantins e Roraima tiveram aumento de 8,2% cada. 

Brasil – No país, o setor registrou crescimento nominal de 4,5% na comparação com mesmo mês do ano anterior. O resultado é inferior as taxas observadas em julho, 4,6% e junho, 5,8%. O percentual é o menor desde o início da série, segundo o IBGE.

Conforme o instituto, os serviços prestados às famílias registraram crescimento de 9,0%; os serviços de informação e comunicação, de 1,7%; os serviços profissionais, administrativos e complementares, de 7,9%; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, de 3,2%; e outros serviços, de 10,6%. O crescimento nominal acumulado no ano e o acumulado em 12 meses foram 6,7% e 7,4% respectivamente.

As atividades levantadas pela pesquisa são serviços prestados às famílias (alojamento e alimentação; outros serviços prestados às famílias); serviços de informação e comunicação (serviços TIC; serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias); serviços profissionais, administrativos e complementares (serviços técnico-profissionais; serviços administrativos e complementares); transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (transporte terrestre; transporte aquaviário, transporte aéreo; armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio) e outros serviços.

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