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17/03/2015 09:52

Setor de serviços tem alta de 2,3% em MS, número acima da média nacional

Caroline Maldonado
Serviços de transporte terrestre registraram alta de 4,7% na receita, em todo o país (Foto: Arquivo/Marcelo Victor)Serviços de transporte terrestre registraram alta de 4,7% na receita, em todo o país (Foto: Arquivo/Marcelo Victor)

Em janeiro, a receita do setor de serviços em Mato Grosso do Sul cresceu 2,3 %, em relação ao mesmo mês do ano passado. O percentual é superior ao que aponta o crescimento nacional para o mês, de 1,6 %. A alta da receita do segmento no Estado é a 12ª em relação aos demais do país, de acordo com levantamento divulgado, hoje (17), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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O índice da receita passou de 128,4, em janeiro de 2014 para 131,4, no mesmo período desse ano, no Estado. É a comparação entre os mesmos meses do ano que aponta o desenvolvimento real do segmento, pois os períodos têm características específicas. O crescimento da receita no acumulado de doze meses é de 4,9%, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços).

Apresentaram queda na receita os Estados do Acre (-1,6%), Amazonas (-4,1%), Amapá (-4,7%), Maranhão (-0,8%), Piauí (-3,2%), Paraíba (-0,3%), Alagoas (-7,4%), Sergipe (-3,1%). O maior crescimento em relação aos rendimentos dos prestadores de serviço foi no Rio Grande do Nortes (9,2%).

País – Em todo o Brasil, o crescimento da receita representa a menor variação da série histórica, iniciada em janeiro de 2012, inferior às taxas registradas em dezembro (4,0%) e novembro (3,7%), segundo o IBGE. Os Serviços prestados às famílias registraram crescimento de 8,6%, os Serviços de informação e comunicação, queda de 2,5%, os Serviços profissionais, administrativos e complementares, alta de 5,3%.

Os rendimentos do segmento de Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, cresceram 2,2%. Por modalidade, os resultados são: Transporte terrestre (4,7%), Transporte aquaviário (14,5%) e Transporte aéreo (3,7%). A atividade de Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio apresentou taxa de
-4,2%.

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