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09/04/2014 18:43

Tomate volta a ser o vilão e faz inflação da Capital ser a 4ª mais alta

Lidiane Kober

Como no primeiro semestre do ano passado, o tomate voltou a ser o vilão e fez a inflação em Campo Grande, no mês de março, ser a quarta mais alta entre 13 capitais brasileiras, pesquisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice, inclusive, foi o mais alto registrado desde o início de 2014.

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De acordo com a pesquisa, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em Campo Grande atingiu a marca de 0,93%, acima da média nacional (0,92%) e bem superior aos percentuais registrados na cidade, em janeiro e fevereiro, respectivamente, de 0,41% e 0,66%.

Acompanhando a tendência do IPCA nacional, o grupo alimentação e bebidas foi o que mais puxou o reajuste na Capital sul-mato-grossense, com alta de 2,86%.

Principalmente por causa da seca, que atingiu as lavouras de alguns estados e prejudicou a oferta de alimentos, produtos importantes na mesa do consumidor tiveram fortes aumentos. É o caso do tomate, que subiu 49,12%, da batata inglesa (33,24%), do abacaxi (23,84%), da alface (12,71) e do feijão carioca (8,62%).

No quesito alimentos consumidos em casa, um subgrupo do grupo alimentação e bebidas, Campo Grande apresentou o segundo maior percentual de reajuste. Neste item, a média nacional de aumento foi de 2,43%, abaixo dos 3,74% registrados na Capital sul-mato-grossense. Só em Porto Alegre, o índice foi maior (4,21%).

Na média nacional, o grupo transportes apresentou a segunda maior alta do país, com elevação de 1,38%, bem acima do índice negativo registrado em fevereiro, de -0,05%.

O principal responsável pelo aumento foi o preço das passagens aéreas, que subiu 26,49%. Também integrante do grupo, o etanol teve alta de 4,07%, com reflexo sobre a gasolina, que aumentou, em média no país, 0,67%.




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