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Campo Grande, Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

11/09/2014 09:54

Vendas do comércio varejista tiveram alta de 1% no Estado

Caroline Maldonado
Vendas de materiais de construção obtiveram melhor desempenho (Foto: Marcelo Victor)Vendas de materiais de construção obtiveram melhor desempenho (Foto: Marcelo Victor)

Em julho, a vendas do comércio varejista sul-mato-grossense tiveram alta de 1% em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto a receita nominal de vendas apresentou variação positiva de 8,2%. Com o resultado, Mato Grosso do Sul fica entre os 14 estados que apresentaram desempenho positivo. Já o comércio varejista ampliado, que inclui as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, teve queda de 4,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Os dados são de pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que levanta informações de todos os Estados brasileiros mensalmente. Dentre os Estados que apresentaram queda nas vendas do varejo estão o Amazonas (-3,2%), Piaui (-12,5%), Rio Grande do Norte (-0,3%), Paraíba (-1,9%), Pernambuco (-2,2%), Sergipe (-2%), Espírito Santo (-2,9%), Paraná (-1,2%), Santa Catarina (-4,1%), Goiás (-1,3%) e Distrito Federal (-0,2%).

A pesquisa abrange os setores de combustíveis e lubrificantes; hipermercados, supermercados, bebidas, fumo; tecidos, vestuario, calçados; móveis; eletrodomésticos; medicamentos, artigos farmacêuticos, perfumaria; materiais para escritório, informática e comunicação; livros, jornais, papelaria; outros artigos de uso pessoal e doméstico; além de veículos, peças e materiais de construção.

Dentre essas atividades, seis tiveram variação positiva no levantamento nacional. São elas veículos e motos, partes e peças (4,3%); material de construção (3,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,9%); Combustíveis e lubrificantes (0,8%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,0%); tecidos, vestuário e calçados (-0,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,4%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%); e móveis e eletrodomésticos (-4,1%).




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