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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

27/01/2011 10:41

Acrissul faz hoje reunião com promotores e entidades sobre decisão judicial

Ana Maria Assis

A Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), entidade promotora da 73ª Expogrande (Exposição Agropecuária e Industrial de Campo Grande), vai realizar hoje, às 14h, uma reunião com promotores e entidades da sociedade civil.

Em pauta, serão discutidas ações diante da decisão judicial que suspendeu a realização de shows e eventos no Parque de Exposições.

A assessoria jurídica da Acrissul também vai participar do encontro. Conforme a associação, a intenção é estudar uma medida para solucionar o impasse criado. A reunião será aberta para a imprensa.

Ontem, o TJ/MS aceitou recurso do MPE (Ministério Público Estadual) e suspendeu, sob pena de multa de R$ 100 mil, a realização de shows, eventos e rodeios no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.

A Acrissul tenta reverter a decisão, porque entre os dias 5 e 7 de fevereiro, está prevista a Festa do Laço Comprido. Em março, estão agendados shows de Fernando e Sorocaba (dia 19) e Maria Cecília e Rodolfo (dia 26). Já a Expogrande será entre 14 e 24 de Abril.

Em outubro de 2010, o promotor Alexandre Lima Raslan ingressou com ação civil pública na Vara de Direitos Difusos,Coletivos e Individuais Homogêneos.

Ele pediu liminar para que os eventos fossem suspensos, contudo, o juiz Amaury da Silva Kuklinski indeferiu o pedido. Em seguida, o promotor recorreu ao TJ e hoje a 5ª Turma Cível aceitou o recurso.

Na ação civil pública, o Ministério Público aponta que os eventos não têm a concessão dos licenciamentos ambientais necessários; que o local onde está o Parque de Exposições é zona residencial e deve-se respeitar o limite máximo de ruídos fixados em lei. Para o MP, a limitação não é respeitada e resulta em reclamações de moradores da região.

Também foi pedido que a justiça determine que a Acrissul elabore um Estudo de Impacto de Vizinhança, que deveria ser aprovado pela secretaria responsável da prefeitura, além de elaborar, instalar e executar projeto acústico para shows, eventos e rodeios.

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Fala para esse cidadão a quantidade de empregos e seviços que a exposição movimenta promotor.
 
JEFFERSON DE SOUZA em 27/01/2011 12:40:00
Penso que essa situação deve ser muito bem discutida, pois, o Parque de Exposições já está naquele local há mais tempo do que a maioria da vizinhança.Acredito, também, que deve ser difícil aguentar o barulho quando tem algum evento, entretanto, pergunto: Será que é todo dia que tem barulho ou só quando tem eventos? Será que a vizinhança não pode ser mais tolerante?
Ora, se os eventos naquele local são esporádicos então não existe razão para impedí-los.
 
MARCELO FERNANDES em 27/01/2011 11:47:39
porque estes promotores nao entrao com uma acao contra o reajustes dos politicos nos salarios,vamos defender a populacao brasileira dessa barbaridade,os politicos tem que quanhar salario minimo para eles ver o que e bom.
 
AGNALDO ESPINOSA em 27/01/2011 11:07:05
Não tem impasse.
Decisão judicial que cabe recurso, tente o recurso. Caso contrário, cumpra-se.
Realmente é impossível descansar com o descaso do som alto. Sempre falaram e comentaram, mas a nossa grande entidade nunca procurou atender os apelos e nem tão pouco buscar uma solução técnica. Achavam que por serem uma grande entidade poderiam fazer o que bem entendessem.
E agora? Agora querem conversar com entidades da sociedade civil. Oras bolas!!!!
 
Orlando Lero em 27/01/2011 11:06:57
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