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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

22/12/2010 09:05

Choro Opus Trio resgata MPB de Sarrafo e é contemplado pelo Petrobrás Cultural

Marcio Breda
Apresentação no festival AMérica do Sul. Foto: Edemir RodriguesApresentação no festival AMérica do Sul. Foto: Edemir Rodrigues

A gravação do álbum “Descendo o Sarrafo’’, do Choro Opus Trio e Convidados, da Capital, foi uma das sete propostas contempladas pelo programa Petrobras Cultural. O projeto foi desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura e concorreu com outros 339 inscritos.

A proposta do álbum, segundo o maestro Eduardo Martinelli, um dos integrantes, é resgatar e registrar as composições de Amintas José da Costa, o Sarrafo, que mora no litoral de São Paulo e compôs choros tradicionais, que se destacam pela melodia bastante ornamentada.

Afrodescendente, nascido em 22 de janeiro de 1919, em Aracaju, Sergipe, Sarrafo é parte da história da Música Popular Brasileira do séc. XX. O compositor e saxofonista conviveu com grandes nomes como Pixinguinha, Ari Barroso, Guerra Peixe, entre outros, com quem trabalhou em cassinos, rádios e posteriormente na televisão, veículos que tinham, à época, suas próprias orquestras. A história desses encontros fará parte do CD, como faixa bônus.

As Obras de Sarrafo já foram gravadas em 1968, mas nunca foram lançadas, pois, o estúdio da gravadora (Bemol – MG) foi fechado pela ditadura militar e todo o material recolhido. ‘’Gravar suas obras é, ao mesmo tempo, homenagem a um brasileiro de 91 anos, que dá exemplo de amor à música; resgate e registro da música do século XX, eternizando o trabalho de um excelente músico’’, destacou Eduardo Martinelli.

Choro Opus Trio - Além de Eduardo Martinelli, também fazem parte do grupo Ivan Cruz (bandolim e flauta transversal) e Jairo Lara (violão de sete cordas).

Participam ainda como convidados o Quarteto Toccata (Violões) - Jardel Vinicius Tartari, Pieter Rahmeier, Rafael Salgado e Marcos Araújo -, Quarteto Reis - Newton Reis, Ricardo Reis (violinos), Ernesto Queiroz (viola), Hobedes Vieira (violoncelo) -, Myriam Hidber Dickinson, Suíça (flauta transversal), Marcos Assunção (guitarra) e Marcelo Fernandes (violão).

O grupo navega entre a música clássica e o chorinho, entre Villa-Lobos e rasqueados de polca paraguaia. Sempre com apresentações que surpreendem.

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Felicitações a estes verdadeiros guerreiros da cultura, aliás, cultura sem fronteiras!!!
 
Edgar Mancilla em 24/12/2010 09:49:45
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