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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

03/02/2011 10:12

Reunião na Câmara debate mudança em lei para que parque possa ter shows

Marta Ferreira

Uma reunião nesta manhã na Câmara de vereadores em Campo Grande discute uma possível alteração na Lei do Silêncio, que possa criar brecha para a realização de shows no Parque de Exposições Laucídio Coelho.

Os shows no local estão suspensos por decisão judicial, a pedido do MPE (Ministério Público Estadual), com base na lei que impõe limite para a altura do som em áreas residenciais.

Por causa da reunião, a sessão da Câmara ainda não começou.

Para que haja alteração na Lei do Silêncio, será necessária a votação de um projeto de lei.




NAO SEI Q DEMOCRACIA É ESTA Q VIVEMOS,POUCOS SE METEM NA VIDA DE MUITOS, LEI DO SILENCIO,LEI SECA,LEI DO CIGARRO, PO DEIXA CADA UM FAZER O Q ACHA Q DEVE OU ISTO AQUI É UMA DITADURA DISFARÇADA...
 
mario marcio em 03/02/2011 11:18:32
Brincou agora.
Vão querer alterar a Lei em prejuízo do POVO?
Sinto muito, a sorte de nossos governantes é que nosso lado egípcio é muito fraco. Pois poderíamos "pegar" os acontecimentos e fazer eles - como Murbarak, não serem mais candidatos.
Que se unam as associações dos moradores da região. Que se unam novamente em abaixo assinados e em outras manifestações para que nossos Ediis não se deixem cair em "tentação"......
Afinal Lei anti-pornografia tentaram aprovar (felizmente cairá devido o TJ já ter-se pronunciado)- Lei que disseram para proteger os jovens incautos e outros,mas Lei do Silêncio em prol dos moradores também incautos eles estão cogitando alterar.
Em prol dos "legalistas" de plantão. Melhor é usar outro argumento.
 
Orlando Lero em 03/02/2011 10:48:37
Só pode ser 'brincadeira' do 'poder legislativo' de Campo Grande/MS.
Fala sério?
Mudar a lei , apenas para beneficiar uma elite corporativa, em detrimento de uma comunidade/cidade inteira, é realmente, um absurdo, a tal ponto de realmente termos que considerar que o legislativo eleito pelo povo para o povo, não passa de massa-de-manobra daquela elite que durante anos vêm impondo a ' lei do berrante no ouvido do povo, como se gado o fosse.'
Fico indignada com tal possibilidade e envergonhada.
E, questiono:
> será os ilustres representantes do povo, irão lutar também, para que aqueles moradores [Joquei Club e imediações] sejam então, beneficiados com a isenção total do IPTU e recebam uma vultuosa indenização do poder publico, por permanecerem então, expostos como reféns na miserável condição insalubre decorrente da POLUIÇÃO SONORA e urina e fezes do gado?
A mais remota possibilidade, do poder politico de Campo Grande, vir a cogitar mudar a LEI em detrimento da coletividade para beneficiar apenas uma entidade de classe, já é por si só, a comprovação de que Campo Grande/MS, está sendo tutelada, não pelo povo e para o povo, mas sim, para uma ELITE RURALISTA.
Já é passado do momento, do Parque Laucidio Coelho, mudar de endereço. Que tal, ao lado da casa do Prefeito ou do Presidente da Camara? Imagina, aqueles caminhões carregados de carga viva, transbordando esterco e cheirando urina, estacionar na frente da casa deles? Ou, quem sabe, exatamente naquela noite, anterior ao dia, em que o Prefeito ou o Presidente da camara, tem que acordar cedo para trabalhar, passar a noite toda ouvindo locutor de peão de rodeio, BERRANDO no seu ouvido? Ou, uma noitada forçada, ouvindo aquelas musicas 'de quebrar as pernas' com uma batucada sem fim no seu ouvido?
É, realmente, PIMENTA NO OUVIDO DOS OUTROS É REFRESCO. [para não ser mal-educada].
Querem fazer algo correto em 'prol do povo'?
CUMPRAM A LEI, apenas isso.
Pq. a simples pretensão de querer mudar a lei em prol de uma elite é VERGONHOSO. [e esperamos que além de ser vergonhoso, seja ainda INCONSTITUCIONAL, pois assim, nós o 'povo' poderemos contar com o MINISTERIO PUBLICO e o PODER JUDICIÁRIO para colocar limites em na 'insanidade' daqueles que ainda não entenderam que AREA RESIDENCIAL É SAGRADA.
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Fico perplexa, em ver que inexiste INICIATIVA ou BOA-VONTADE por parte do PODER POLITICO desta CIDADE e até mesmo pela própria ACRISUL, que seja capaz de encontrar uma área [por ex.: junto ao rodoanel] apta para receber ' a tal da multidão tocada pelo berrante' ...
Ou será que estamos diante daquela situação: ' complicar para facilitar' por exemplo, a desapropriação super-faturada de uma área sob a justificativa de que tal ato se dá em prol da cidade?
Não me estranhará nada, que apareça um projeto nestes termos.
Afinal, estamos falando de 'dinheiro publico'.... e o povo?
Aaaah o povo que fique, com PÃO E O CIRCO e um BERRANTE NA ORELHA.
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UMA VERGONHA.
 
Maria Quiarote em 03/02/2011 10:45:04
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