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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

01/04/2011 07:25

Tradicional, tereré vira patrimônio imaterial em Mato Grosso do Sul

Aline dos Santos
Mania, tereré virou patrimônio no Estado. (Foto: João Garrigó) Mania, tereré virou patrimônio no Estado. (Foto: João Garrigó)

Tradicional em Mato Grosso do Sul, o tereré virou patrimônio histórico e cultural do Estado.

Hoje, foi publicado o decreto do governador André Puccinelli (PMDB) determinando que o tereré de Ponta Porã seja registrado no Livro de Registro dos Saberes, onde são inscritos conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades.

No ano passado, o Conselho Estadual de Cultura havia aprovado o registro da bebida - que mistura água e erva mate, com complementos como hortelã e limão - como bem imaterial.

O pedido partiu da prefeitura de Ponta Porã, conhecida como "Princesinha dos Ervais" por ter a história ligada ao ciclo da Erva-Mate.

O processo de registro de patrimônio imaterial lembra que o tereré é uma tradição passada por gerações e que a "roda" elimina diferenças sociais e promove interação.

Com o registro, o Estado passa a tomar medidas para salvaguardar o patrimônio, como promoção de eventos e divulgação. Um exemplo de bem imaterial é o Banho de São João, em Corumbá.

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++SOU DE MINAS MAIS O TERERE DE MATO GROSSO DO SUL NAO TEM IGUAL TERERE BAO DEMAIS DA CONTA !!! D+++++++++++++...
 
ketlen vieira em 10/05/2012 06:23:14
Quem achar que tereré e espalhador de doenças,é porque não sabe com quem compartilhar,coloque em uma guampa ou até em um cópo uma erva para tereré,coloque uma rodela de limão e agua bem gelada, e experimente nas horas de mais calor.
 
Roselina Correia em 07/11/2011 02:45:08
Toma um tereré pode quem quizer nesta roda entra, e mundão sertanejo ai sim parabéns pela conquista, somos sul-matogrossenses com muito orgulho e podemos assim com estes gesots diminuir sim o preconceito de raças gredos e muitos outros mais se reunindo e tomando aquele tereré.
 
Edson Alves em 01/04/2011 11:37:56
Bom dia, sou sul-matogrossense de nascimento, e o tereré já devia ter sido reconhecido patrimonio há muito tempo. gostei do comentário mais que propício da Francieli Didone, mas a voce Joni Coutinho, baseado em que faz a sua afirmação? Onde estão os estudos técnicos que comprovam o que voce citou? Falar por falar é fácil, mas o certo é comprovar o que se fala. Abraços a todos.
 
Andre Oliveira em 01/04/2011 10:46:35
O tereré é uma beberragem de tradição e origem paraguaia. O governo mais uma vez esta colocando a mão na cumbuca. Deveria ele se informar melhor.
Colocando a bebida como um patrimonio do nosso estado podera ele comprando briga, na força de expressão com o pais vizinho.
 
Alfredo Carvalho em 01/04/2011 10:40:00
O que espalha doença é imunidade baixa, sexo sem proteção, e até o beijo e não o tereré. Uma vez que o mesmo é sempre apreciado em roda de amigos e familiares...
 
elso silva em 01/04/2011 10:14:12
SANTA INGNORÂCIA SENHOR JÔNI,É SÓ SABER ESCOLHER COM QUEM TOMA-SE TERERÉ.ELE É OTIMO.
 
maira mendes em 01/04/2011 09:43:51
Terere - na forma utlizada em MS - é um espalhador de doenças.
 
Jôni Coutinho em 01/04/2011 08:55:31
O tereré é a melhor bebida de Mato Grosso do Sul minha gente! Seja em uma roda de amigos, com a família, verão ... Como é bom ser sul-matogrossense!
 
Francieli Didone em 01/04/2011 08:25:07
A luta pela conservação dos costumes e cultura de um povo, de uma determinada região geográfica,principalmente num país como o nosso de dimensões continentais e heterogenicidade de etnias é de extrema relevância.
As "rodas do tereré" já há muito se identificam com o povo sul-matogrossense. Elas são democráticas, socializam as pessoas, permitem um bom bate papo e dessa forma pode inclusive contribuir para que os nossos jovens reduzam "as rodinhas" nas mesas de boteco onde ,com frequência , consomem bebidas alcoólicas.
Mas alguns cuidados devem ser observados como origem das ervas e a quantidade do tereré ingerido. Até onde sei não há estudo ciêntifico comprovando efeitos deletérios dessas ervas, mas como em tudo, o exagero pode ser prejudicial.
 
Ailton Gomes De Melo. em 01/04/2011 08:05:50
Parabéns ao Tereré por se tornar identidade cultural do Estado.

Fico triste é de ver os comentários.
Tereré, assim como qualquer outra forma de compartilhar objetos que levados a boca em contato com as mucosas e com a saliva pode sim ser um veículo de contágio, porém isso não desmerece a cultura do tereré, estamos expostos a tantos meios de contágio de doenças no dia-a-dia que ficar brigando por causa do tereré, ainda mais neste espaço, é perder tempo.

"Escolher os parceiros" do tereré seria como escolher os parceiros transar sem camisinha, afinal, só de olhar você não sabe dizer se alguém é saudável ou não.

Parabéns ao tereré e a quem toma, que fez por onde a bebida ser reconhecida e 'tombada'.
Eu não tomo, não com frequência mas não posso deixar de saudar essa cultura.
 
Eder Lima em 01/04/2011 03:31:12
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