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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

16/04/2012 08:19

Ainda há quem venda disquete 0km, mas o bacana é aproveitar o que ficou obsoleto

Ângela Kempfer
Banco com estrutura de papelão e revestimento de fitas K7, mas também pode ser uma luminária.Banco com estrutura de papelão e revestimento de fitas K7, mas também pode ser uma luminária.
Ainda há quem venda disquete 0km, mas o bacana é aproveitar o que ficou obsoleto

No Mercado Livre descobri um cara que em Campo Grande consegue ainda hoje revender disquetes novinhos, na caixa. Adalberto Souza tem o material de tempos em que participava de leilões.

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Eram centenas de caixas que agora se resumem a 50, estoque que não há mais como renovar. “As fábricas deixaram de produzir há muito tempo”, lembra.

Hoje, os principais clientes são músicos que tocam teclados de modelos antigos, que usam o disquete para armazenar ritmos. Mas também há compradores em São Paulo e em estados mais afastados, como Amazonas. São pessoas que não conseguiram ainda substituir os primeiros computadores pelos da era do pen drive.

A caixa fechada, com 10 disquetes, custa cerca R$ 14,00. Desde 2009, Adalberto vende muito pouco, mas espera acabar com o estoque ainda este ano. “Um pen drive serve para armazenar até mil disquetes, não tem mais lógica continuar com essa tecnologia”, reforça.

Com dezenas de disquetes em casa, sem saber o que fazer, também descobri na internet como é possível aproveitar na decoração o que ficou obsoleto.

É incrível as idéias que surgem a partir do passado, ou que objetos sem serventia podem inspirar.

Além dos disquetes, há banco de fitas K7, porta CDs e DVDs feito com discos de vinil quebrados e até casa de gato com a carcaça de monitor de TV antiga. Veja o que a criatividade é capaz de fazer com a quinquilharia.

Casa de gato, com monitor de TV.Casa de gato, com monitor de TV.
Porta-cartões com vinis quebrados, que também pode servir para guardar recados, CDs e DVDs.Porta-cartões com vinis quebrados, que também pode servir para guardar recados, CDs e DVDs.
Disquetes inspiram porta-copos em madeira, mas o original também pode ter a mesma serventia.Disquetes inspiram porta-copos em madeira, mas o original também pode ter a mesma serventia.



.. nossa na minha época de academica era a maior correria para descolar um disquete para entregar os trabalhos .. "hoje tem gente que nem sabe o que é" ...
(e fiz minha graduação entre 1999 a 2004)
 
Ana Botelho em 02/05/2012 07:36:08
Matéria interessante e inspiradora. Ainda tenho muitos disketes, fitas cassete, fitas VHS e discos de vinil. Só faço uso dos discos de vinil (bolação), porque colocar a agulha no disco produz um som único: coisas da era "disco"!
 
Elias Neto em 16/04/2012 10:14:52
Muito interessante ba matéria, principalmente em relação a como reaproveitar os materiais. Parabéns!
 
André Serra em 16/04/2012 08:56:41
Muito legal, na nossa capital existia alguns "sebos" com vasta variedades dessas reliquias, porem foram sumindo.
è uma pena.

Sds
 
Roberto Rivelino em 16/04/2012 01:52:54
imagem transparente

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