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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

06/08/2012 12:26

Garrafas cheias e vazias, a decoração nem tão óbvia nos restaurantes da cidade

Ângela Kempfer
Lustre de garrafas da Masseria. (Fotos: Minamar Júnior)Lustre de garrafas da Masseria. (Fotos: Minamar Júnior)
No Vermelho Grill adega fica ao olho do cliente.No Vermelho Grill adega fica ao olho do cliente.

Parece padrão. Hoje, todas as reformas de bares de restaurantes de Campo Grande encomendam um carregamento de tijolos de demolição e madeira, e assim, um vai ficando a cara do outro.

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Pode ser churrasco, massa, sanduíche, a combinação madeira e tijolos, com uma cor meio areia nas paredes é fórmula recorrente. Outra figurinha da vez é o uso de garrafas, no chão, no teto, na parede, mas há criatividade mesmo no estilo padronizado.

Na Masseria, restaurante especializado em massas na avenida Afonso Pena, a cor clarinha das paredes virou cimento queimado, dos pés à cabeça. A ideia da arquiteta Dayse Nogueira foi transformar o lugar no prolongamento da casa do cliente.

Mas o lustre da entrada é o que mais atrai olhares. Feito com garrafas vazias e ferro, a peça de tom envelhecido foi trazida da Itália. “Gosto disso, do rústico chique”, comenta.

A mistura é conhecida, o concreto para esfriar, a madeira e o tijolo de demolição para esquentar, e assim o ambiente vai ganhando identidade. Para judar, um jardim vertical que também virou moda, graças a tecnologia de irrigação que sobe pelas paredes.

Garrafas em painéis de madeira que funcionam como divisórias na Parrilla Pantaneira.Garrafas em painéis de madeira que funcionam como divisórias na Parrilla Pantaneira.
Balcão feito com garrafas no mesmo restaurante.Balcão feito com garrafas no mesmo restaurante.

Na Parrilla Pantaneira, o balcão do caixa é feito com as garrafas reutilizadas de vinho, bebida chamariz no cardápio do restaurante.

O projeto de Paulo Hernandez nasceu da bebida, foi concebido como uma grande adega, com todo o salão revestido de madeira e as marcas importadas estão espalhadas pelo lugar, formando divisórias entre os ambientes.

No Vermelho Grill, a fachada continua igual, diferente pela rusticidade. No interior, as garrafas também são personalidade, com um glamour especial.

No restaurante especializado em carnes, a adega fica ao olho do cliente, ao lado das mesas, separada apenas por um coadjuvante: o vidro.




As pessoas de um modo geral...vão muitoooooo pelo modismo.....está usando isso, está usando aquilo....esquecem que cada ser humano possui uma essência....ficando tudo igual...como se diz: " cara de um focinho de outro".
 
Tânia Barbosa em 07/08/2012 12:32:42
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