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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

29/07/2016 06:25

Codinome Winchester entra em projeto criado pelo filho de Renato Russo

Naiane Mesquita
Codinome Winchester foi convidado a participar de projeto realizado por filho de Renato Russo (Foto: Andre Barbosa)Codinome Winchester foi convidado a participar de projeto realizado por filho de Renato Russo (Foto: Andre Barbosa)

Com shows marcados no Rio de Janeiro e alguns que já aconteceram no circuito paulistano, a banda Codinome Winchester começa a se firmar no cenário independente nacional com um trabalho autoral digno de 1 milhão de players no Spotify e um convite para integrar uma homenagem a Renato Russo, da Legião Urbana.

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A oportunidade de tocar um dos maiores ícones da música brasileira e voz de uma geração surgiu por meio do filho de Renato, Giuliano Manfredini, que tem vários projetos baseados na obra do pai, inclusive um filme sobre a canção “Eduardo e Mônica”.

Luciano Armstrong, 22 anos, guitarrista e sintetizador da banda, explica que ainda há poucas informações sobre o projeto e que terá uma reunião em breve para acertar alguns ponteiros. “É um projeto do filho dele, terá como nome parece Viva Renato Russo. Serão músicas do Legião e da carreira solo. Fomos selecionados e ainda não podemos falar muito sobre isso”, desconversa. Além de Codinome Winchester, as bandas Far From Alaska, Supercordas e Republica estão no projeto.

Junto com Luciano integram a Codinome Winchester, Arthur Maximiliano, na guitarra, Fillipe Saldanha, no vocal, Guilherme Napa, na bateria e Thiago Souto, no baixo. Ele conta que o convite surgiu após alguns shows em solo carioca. “A gente trabalha com uma produtora do Rio de Janeiro e durante a gravação do nosso material ao vivo, ele ouviu nosso trabalho, entrou em contato com a nossa produtora, a Milk, e propôs para a gente. Vai ajudar para caramba na nossa carreira, a divulgar o nosso trabalho, estamos muito felizes”, acredita.

Luciano explica que a intenção é estreitar cada vez mais o laço entre o eixo Rio – SP, acrescentando Campo Grande. “Estamos fazendo bastante isso em São Paulo e no Rio, trazendo as bandas para cá e tocando lá. Semana que vem estamos indo fazer mais três shows no Rio de Janeiro”, explica.

Com três anos de estrada, completados em dezembro, o projeto começou como cover, mas sempre com pretensão de levantar a bandeira do som autoral. “Durante esse tempo fomos compondo, trabalhando com essa ideia de cada vez mais autoral. Em 2014, lançamos o EP “10% Alien, que tinha apenas quatro músicas, depois o single Astro Novo e no ano passado outro EP, o Ocasiões Especiais”, indica.

A ideia agora é seguir pelo caminho do audiovisual, com clipes das canções que estão rodando pelo canal dos músicos. “Temos três clipes gravados”, frisa. A meta para 2017 agora é gravar o disco da banda. “São músicas autorais que inclusive tocamos em shows. O conceito dele está todo criado, tentamos dois editais, do município e do Estado, infelizmente não conseguimos passar. Estávamos contando, mas não deu certo. Estamos nos programando, dando nosso jeito de isso acontecer do nosso bolso”, acredita Luciano.

Enquanto isso, as redes sociais são o caminho para divulgar o trabalho. “Gostamos bastante do contato mais próximo como o Facebook, Twitter, Instagram. Nós mesmos mexemos, respondemos, conversamos com os amigos e com quem se interessa pela nossa música”, diz.




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