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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

11/12/2013 11:43

Com apenas 10 ingressos por sessão, espetáculo fala sobre dor de amar

Lado B
Os elementos femininos no cenário de “De tudo fica um pouco”. (Foto: Helton Pérez/ Vaca Azul)Os elementos femininos no cenário de “De tudo fica um pouco”. (Foto: Helton Pérez/ Vaca Azul)

Em um quarto, um homem e todos os dilemas que podem surgir no amor. É um espetáculo para poucos. Apenas 10 pessoas podem entrar a cada sessão e experimentar a proposta psicológica apresentada com dança.

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Em cena, o único é Yan Chaparro, intérprete, mas também o criador de “De tudo fica um pouco”. Com formação em Psicologia e capoeira, a dança contemporânea é movimento incorporado ao trabalho dele desde 2005.

Há 7 meses, sob direção de Chico Neller, a equipe prepara o espetáculo que vai da agonia de amar, à liberdade. O ponto de partida foi a poesia de Carlos Drummond de Andrade. “Escrevi vários contos a partir dessa frase ‘De tudo fica um pouco’, apresentei para o Chico e começamos o processo”, explica.

Aprovado no Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna, em 2012, os contos de Yan ganharam a dimensão universal, a partir de observações. “Passamos a observar os relacionamentos de pessoas próximas, de romances em filmes, de anônimos”, lembra Yan.

Durante a apresentação, há vários pontos de interação com o público. “Usamos um espelho para cena de auto percepção, por exemplo”, antecipa.

O homem no palco também contribui para essa identificação, avalia o próprio interprete. “Tenho um corpo ‘humanizado’, normal. Não sou alto, sou baixo, tenho até uma barriguinha”.

A estreia de “De tudo fica um pouco” será nesta quarta-feira, no Movimente e Espaço de Danças, na rua Brigadeiro Tobias, nº 956, bairro Taquarussu.

A entrada é gratuita, mas tem de ser agendada antecipadamente pelo telefone 3025-2601 (atendimento de segunda a sexta, das 8h às 11h e 14h às 19h).

O diretor é Chico Neller e a produção de Renata Leoni, da Arado Cultural. Cenário e figurinos são assinados por Tetê Irie e a preparação corporal de Maria Elvira Machado. A trilha sonora é inédita, responsabilidade de Jonas Feliz.

O espetáculo segue em cartaz até domingo, sempre com duas sessões, às 19h30 e 21h.

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