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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

20/02/2014 06:24

Anônimas ou 'famosa', 4 mães escrevem livro para filhos que morreram cedo demais

Paula Maciulevicius
Elizabeth, Helena, Alda e Eliana. Mães e autoras do livro que detalha a dor que é enterrar os filhos. (Foto: Cleber Gellio)Elizabeth, Helena, Alda e Eliana. Mães e autoras do livro que detalha a dor que é enterrar os filhos. (Foto: Cleber Gellio)

Murilo, Fabiana, Alessandro e Eduardo. Filhos que foram embora cedo demais. Murilo tinha 21 anos, Fabiana 25, Alessandro 31 e Eduardo 21. As histórias deles foram contadas pelas mães no livro “Meu filho partiu! Eu fiquei... E agora?”, escrito a oito mãos, pelas mesmas que criaram os quatro jovens. A obra tem um só objetivo: o desabafo delas precisa chegar às outras mães. A dor é singular, mas não é única. Ninguém está sozinho nessa.

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É um sentimento para o qual não existe um nome, uma descrição, mas elas tentam. “Se tivessem falado que um dia eu ia perder o Alessandro eu ia dizer você está maluco, bêbado...” A frase é de Eliana Regasso, 61 anos, coordenadora geral do cerimonial da Câmara Municipal de Campo Grande, mãe do médico Alessandro, morto aos 31 anos em um acidente de carro, em uma estrada vicinal a 200m do asfalto, em 2006.

Fabiana operou numa quinta, voltou ao centro cirúrgico num sábado e de lá foram 28 dias no CTI, conta a mãe Alda. "Fabiana operou numa quinta, voltou ao centro cirúrgico num sábado e de lá foram 28 dias no CTI", conta a mãe Alda.

“Foi muito sofrimento. A primeira vez que Fabiana entrava no hospital. Saudável a vida toda. Foi a primeira e a última”, remexe no passado, Alda Glagau Ferreira, de 63 anos, mãe de Fabiana, que morreu 28 dias depois de se submeter a uma cirurgia de redução de estômago em 2005.

“É muito complicado, porque a gente não é preparado para enterrar um filho antes de um pai. Sempre os mais velhos vão primeiro. Pensar numa vida cheia de planos, de sonhos. Racionalmente a gente não entende”, descreve Elizabeth Boarin, mãe do jovem Murilo Boarin Alcalde, assassinado em um motel em 2005.

“Quando o telefone toca assim, fora de hora, eu sempre voava para atender. Mas daquela vez não. Meu marido desceu, atendeu e achou que era trote. Xingou tudo a pessoa. Quando eu voltei, ele estava encostado na parede e disse o Eduardo sofreu um acidente e morreu. Eu falava quer ver que é mentira? Ligamos no celular dele e nada”. A descrição é de Helena Castro, de 56 anos, mãe de Eduardo, que morreu em junho de 2006 num acidente ao voltar da chácara do aniversário de um amigo, a 7 quilômetros de Rio Brilhante.

Alessandro era médico, foi para a fazenda. Ele estava de plantão meio-dia. Vinha voltando e a caminhonete tombou, numa estrada vicinal, 200m antes do asfalto, descreve a mãe Eliana."Alessandro era médico, foi para a fazenda. Ele estava de plantão meio-dia. Vinha voltando e a caminhonete tombou, numa estrada vicinal, 200m antes do asfalto", descreve a mãe Eliana.
Eduardo tinha 21 anos, estava voltando de uma chácara. Era uma estrada reta e ele faleceu, relata a mãe Helena.
"Eduardo tinha 21 anos, estava voltando de uma chácara. Era uma estrada reta e ele faleceu", relata a mãe Helena.

As quatro são mães unidas pela saudade. Se conheceram em um centro espírita e em dezembro de 2013 aceitaram o desafio de revirar todo o passado, reviver o luto e descrever o tsunami que viveram em páginas de um livro.

Eliana foi quem teve a ideia. Desde que Alessandro morreu ela nunca mais deixou de ir a um velório. Não fala nada, chega, abraça e observa mães que sofrem o desespero de chorar no caixão dos filhos.

No último enterro acompanhado, se colocou no lugar daquela mãe. Enquanto se falavam palavras, em vão, de consolo, ela sabia porque sentiu também, que nada daquilo adiantaria.

“Você não aceita nada. Aquilo é duro, é dolorido, é triste, vai doer. Eu sentia que tudo o que se falava, desesperava ela mais ainda. Acabou o enterro, eu entrei no carro e veio um insight. Vou escrever um livro para falar para outras mães que elas não estão sozinhas na dor”, conta.

As mães fazem questão de frisar que não é receita, não é religião. “A gente quer falar da dor que a gente passou”, explica Alda.

De dezembro até a última sexta-feira, a sala de encontro das mães, um anexo da casa de Eliana, na rua Rui Barbosa, viu lágrimas, ouviu soluços e compartilhou histórias, detalhes.

“Nunca tinham me perguntado aqui como aconteceu, como foi o seu dia, a sua dor”, comenta Alda. Remexer num passado, dolorido, mostra que as quatro conseguem em alguns momentos migrar da dor para a saudade. Contando, escrevendo, pensando, volta tudo.

O livro é dividido em capítulos. A primeira parte é a notícia. A pior que cada uma das mães recebeu. Narrado em primeira pessoa, ali estão os registros passados para o papel do desespero de saber os filhos nunca mais voltariam.

Escrito pelas quatro mães, a obra tem um só objetivo: o desabafo delas precisa chegar às outras mães. Escrito pelas quatro mães, a obra tem um só objetivo: o desabafo delas precisa chegar às outras mães.
Murilo, filho tirado de Elizabeth aos 21 anos. Protagonista da tragédia Caso Motel. Murilo, filho tirado de Elizabeth aos 21 anos. Protagonista da tragédia "Caso Motel".

Murilo - “Essa é a minha primeira e última entrevista”. Elizabeth chorou com os olhos, com a alma, com o coração. “Você nunca me viu dando entrevista, erguendo bandeira de paz. Eu só pensei, eu tenho uma filha e um neto, quem fez isso... não vai trazer o Murilo de volta. Eu não tenho rancor, eu não quero justiça e nem vingança. A justiça não vai ser através de mim, das pessoas, vai ser através de Deus”.

Beth, como é chamada pelas amigas, respira fundo. Eliana acalma e diz que se não quiser, ela não precisa falar. A mãe toma fôlego e sem parar inicia. “O Murilo saiu para ver nota na faculdade em junho e não voltou mais. Na madrugada eu liguei para ele, ele sempre me ligava, retornava. Ele não ligou. De manhã eu percebi que ele não tinha dormido em casa, acionei todo mundo e ninguém sabia dele. Às 5h da tarde acharam o corpo dele dentro de um motel. Tinha 21 anos. Ia fazer 22 em agosto."

O filho foi protagonista de um dos episódios policiais de maior repercussão em Mato Grosso do Sul, o "Caso Motel". Apesar da imprensa inteira buscar o depoimento de Beth, ela preferiu ficar calada, inclusive, durante as investigações, que nunca revelaram os reais motivos do assassinato do filho e da jovem garota de programa que o acompanhava naquela noite.

"Os sentimentos? Eu tenho uma amiga que faz mapa astral e ela me fala que eu vim nessa vida para trabalhar o desapego. Mas tinha que ser tão fodido? Eu não fiquei amarga, se não, nem eu ia me aguentar, muito menos os outros. Estou aqui, ainda tenho coisas a fazer. Nada como o tempo, ele ameniza, mas a saudade, a dor, só aumenta. Data de nascimento, falecimento, pode passar o tempo que passar, quando reúne a família está aquele buraco. Racionalmente, é 10. Mas na hora da dor, é uma merda”.

Não tive coragem de editar a fala. De cortar o sentimento de Elizabeth. De uma mãe que, diferente das demais, teve parte da própria vida levada, de forma tão violenta naquele quarto de motel. No caso dela a morte do filho teve culpados que nunca carregaram o peso que ela leva nos ombros todos os dias.

“Eu não deixei nem abrir o caixão. Eu quis guardar a imagem dele vivo e foi o que eu guardei. Para mim ele está viajando e demorando muito. Safado às vezes dá notícia, às vezes não”.

A publicação será custeada por elas, que vão distribuir os exemplares gratuitamente. A publicação será custeada por elas, que vão distribuir os exemplares gratuitamente.

Nos primeiros capítulos está a dor, depois as experiências das quatro, do que fazer diariamente diante da perda. O texto fluiu. Nenhuma delas nunca havia escrito nada parecido. Tiveram, claro a inspiração do sorriso dos filhos, do abraço, do beijo e dos elogios às comidas.

Cada parte da experiência vem acompanhada das explicações da doutrina espírita. “Sabe que eu estou surpresa? Nem eu acreditava que era capaz”, resume Eliana. “Tudo passa, como diz Chico”, falam numa só voz, quatro mães que perderam os filhos cedo demais.

O livro está previsto para ser lançado em maio. A publicação será paga pelas mães que vão distribuir os exemplares gratuitamente. São mulheres que continuam de pé por amarem demais os filhos. “É por eles que a gente segue fazendo o melhor possível na nossa vida. Porque se a gente vacilar aqui, eles também vão vacilar no plano espiritual”, explica Eliana.

“Nós procuramos olhar para trás, isso que nos move a caminhar e ajudar que está à frente”, resume Helena. “O amor de mãe não tem separação”, finaliza Alda.




Realmente é um vazio constante, o tempo passa a dor aumenta a saudade se intensifica, somente quem passa sabe o tamanho dessa dor. Costumo dizer que uma mãe levanta a outra, pois quando sabemos que um filho morreu tambem revivemos e sabemos o sofrimento que esta mãe vai passar assim como nós. Somos mães de anjos, tres anos e dois meses que meu anjo se foi, e como disse uma mãe do livro, as datas como as datas machucam pois não tem como esquecer. Eles estão vivos em nossos corações e lembranças. Gostaria muito de ler este livro dessas mães de anjos. Forças minhas amadas. Fiquem com Deus.
 
ELAINE SILVA em 21/02/2014 03:17:47
eu moro em corumba e perdi meu filho dia 28 de feverreiro de 2011 em um acidente de transito em campo grande aonde ele foi fazer a reciclagem do curso de segurança. o mtorista do curso levou ele e mais 2 amigos para lanchar e na volta meteu o carro em um poste ate hoje nao sei ao certo o que aconteceu. perdi meu conpanheiro de todas as horas meu amigo filho amado me deixou 2 netos lindos hoje vivo para minhas 2 filhas e 4 netos tem dia que a ferida que começa a cicratizar volta a sangrar com tanta força que penso que vou enloquecer quero muito ver esse livro pois sei muito bem a dor dessas maes e peço a deus que nos de força para que possamos conviver com esta dor
 
neide estadulho de campos em 20/02/2014 23:12:43
Olá, gostaria de saber onde acontece os encontros, pois há pouco minha família possou por esta tragédia e seria bom se minha mãe que é a pessoa que mais sofre com isso pudesse participar destes encontros. Acredito que é uma maneire dela se fortalecer...
Parabéns a iniciativa...
 
Marcela Gonçalves em 20/02/2014 22:20:49
Para alguns, não tocar no nome daquele que partiu parece melhor alternativa, assim, ninguém ficará pensando nele. Como se isso fosse possível. Até porque, quando se perde alguém, o que mais se deseja é falar daquela pessoa, tornando-o mais vivo do que nunca, impedindo-o de cair no esquecimento. O filho que parte descolore o olhar de uma mãe órfã.......coragem meninas!...estamos na luta..bjo no coração.
 
Lenita Barbosa Pinese em 20/02/2014 18:55:03
Sou amiga de duas mães que assinam este livro. Parabéns pela idéia e pelo conforto que podem passar. O sofrimento é infinito. Passo por estes momento no meu dia a dia, acompanhando jovens vítimas de trauma e da violência de nosso dias, junto aos pais em um CTI desta cidade. Força. Continuem este trabalho que é muito importante. Parabéns pela coragem. Maria Augusta Rahe
 
MARIA AUGUSTA RAHE em 20/02/2014 17:51:07
MÃE .. ETERNAMENTE.. QUE ESTA EXPERIENCIA SEJA VENHA SOMAR ...

BEIJOS ,,, JAIR.
 
jair fernando marques pinheiro em 20/02/2014 16:49:03
Quero muito ler esse livro, e gostei da ideia de disponibilizarem online. Sera uma ajuda a minha familia que ha algum tempo passou por isso, realmente a dor é inconsolavel.
Parabens pela materia e PARABENS as mães!!!
 
Daiane Sandim em 20/02/2014 13:57:32
fiquei comovida pois ja passei por uma tragédia dessa ,faz 24 anos que perdi meu filho de 5 anos em um acidente até hoje dói demais ,até hoje questiono Deus: porque...é a coisa mais triste que ja passei na vida. gostaria de ler este livro quem sabe melhora um pouco minha revolta,meu desespero pois não importa o tempo que passa a dor continua aqui dentro do peito.
 
Elizabete coelho da silva em 20/02/2014 13:55:11
BOA TARDE!! É TRISTE,MAS CONHECEMOS O DR ALESSANDRO MARTINS EM 2004,ELE FOI MÉDICO DO MEU PAI,UM EXCELENTE MÉDICO,TRATOU O CÂNCER DO MEU NO INÍCIO E ACOMPANHOU ATÉ POUCO ANTES DE PARTIR,SOMOS MUITO GRATAS A ELE SEMPRE,E LÁ EM CASA SEMPRE FALAMOS QUE ELE É UM ANJO QUE VEIO AJUDOU E DEUS PRECISOU DELE PRA CUIDAR DOS PACIENTES DELE LÁ NO CÉU,POIS O DR ALESSANDRO PARTIU EM JUNHO (SE NÃO ME ENGANO) E MEU PAI EM SETEMBRO.QUE DEUS CONFORTE A SENHORA,MAS NÓS TEMOS AGRADECIMENTO MUITO GRANDE POR ELE,E PELA SENHORA.TENHO CERTEZA QUE ELE CUIDOU DO MEU PAI E DE OUTROS PACIENTES LÁ NO CÉU E AINDA CUIDA.
 
MARÍLIA DA LUZ em 20/02/2014 13:35:55
Não tem como não se emocionar com os relatos, principalmente quando temos conhecimento de causa.
Tenho uma Amiga,que é como uma irmã que há um ano e pouco passou pela mesma dor dessa perda e que como vocês tbm é espírita,e que por isso tenho certeza consegue superar a dor da saudade.Mas como vocês também sofre a dor da saudade.
Gostaria muito de ter acesso a um exemplar desse livro pra presenteá-la.
Se tiver como ter acesso,por favor me avise.
Obrigada.
Sandra.
 
Sandra M. Loureiro Nunes em 20/02/2014 13:32:03
esto mesmo elas esta serta escreve um livro sobre os filho e delas que pasaro na pele
que te hoje sente saldade dces filhos
 
sullivan miranda de brito em 20/02/2014 13:21:56
Muito bonita a reportagem , que Deus possa conforta o coração dessa mãe , gostaria muito de ler esse livro .
 
Ana Thomazelli em 20/02/2014 12:19:48
Ler essa matéria , é relembrar o dia que meu irmão se foi...A dor, a fragilidade o despedaçar da minha família...
Gostaria de saber como poderá ser adquirido esse livro?
Pois minha mãe também sofre, da mesma forma dessa mães...




 
Palone Antunia em 20/02/2014 12:10:24
Ao ler está matéria, chorei....chorei por elas, pelos seus filhos e também por mim, pelo meu filho, um medo imenso de perde-lo. São mulheres de fibra, fé, força.....não imagino perder meu filho e isso amedronta. Deus abençoe vocês todas.
 
Andrea Pires em 20/02/2014 12:00:08
que lindo ! ser mãe é assim !!!!! gostaria de ganhar um exemplar deste livro cheio de amor de mãe !!!!!!!
 
adriana kelly em 20/02/2014 11:21:23
É sei bem como é essa dor. Amanha vai fazer oito meses sem meu filho. Até hoje a incerteza do que aconteceu dói demais. Não creio na justiça dos homens mas sim na justiça Divina. Sei que um dia a verdade vai aparecer, não guardo magoas nem rancor, sei que tudo tem o seu temo e sua hora, mas a dor da saudade é inconsolável. Parabens Eliana e as outras mães pela iniciativa. Que Deus conforte nossos corações e de todas as mães que perderam seus filhos por um motivo ou outro. Só essa força divina para continuarmos a viajem.
 
Iara Silvia em 20/02/2014 11:07:42
como eu consigo esse livro queria muito ler me comoveu essas historias
 
Amanda Do Carmo Chagas em 20/02/2014 10:53:53
Conheci a Fabiana qdo eu tinha 3 anos de idades... minha Tia Alda é minha mãe de coração... fui privilegiada de conviver com esse anjo durante 22 anos... minha melhor amiga e minha irmã... qm nos conhecia, sabia que eramos unha e carne... Saudades da minha amiga Fafa, e orgulhosa da minha tia, por abrir seu coração, e compartilhar sua dor, sua saudade e sua garra durante todos esses anos... Estarei sempre caminhando ao seu lado!!!
 
daniele crispim em 20/02/2014 10:52:23
Joanice partiu em 21 de abril de 2005,no dia do "libertas quae ser tamem",ela escolheu?
Não ,o Criador a homenageou desta maneira...
Jornalista ,amante da profissão que viveu intensamente ,só foi motivos de apreciação pela garra,na luta por SUA saúde e pela saúde da justiça social.
Me realizei com seu trabalho, com sua alegria e com seus amigos.Já esqueceram? talvez...
Sua doença foi diagnosticada como "hipertensão pulmonar",depois de idas e vindas de São Paulo e Porto Alegre,tempo que parecia um século,ainda sem cura naquela época.
Precisou de medicamento importado,que viria pela "casa da saúde".Só que levou mais de quatro meses para conseguir, e foi tarde.
Linda ,"oncinha", ela não aparentava seus mal estares....Descansou, eu penso e aceito.Pra ela escrevo poesias,está viva dentro de mim.
 
Diumira m. p. loureiro em 20/02/2014 10:04:11
Sugiro que disponibilizem on line, já que é gratuito.
Assim, muito mais mães terão acesso ao livro.
Obrigada à mães.
 
MARILENE FONSECA em 20/02/2014 09:21:06
Parabéns pela matéria, conheço as amigas e sei como é difícil para todas suportar a perda de seus filhos, são mulheres de uma garra e força sem igual. São exemplos de um amor e confiança no Supremo criador da Vida. A Justiça dos homens poderá ser falha, o tempo passou e continua passando sem que a justiça dos homens tenha se manifestado isso para quem não perdeu seus filhos, mas para aquelas que os perderam continuam no mesmo sofrimento confiando na justiça de Deus.
A todas as Mães que perderam seus filhos CORAGEM, FORÇA, AMOR E CONFIANÇA.
 
Eloá Prigol Young em 20/02/2014 09:17:40
Simplesmente emocionante!
 
Raquel Rodrigues em 20/02/2014 09:03:54
Me emocionei com a história dessas 4 mulheres. Só posso desejar mais força para elas.
Conheço Eliana Regasso e sei da força que ela faz para continuar. Ela é especial, sempre com uma palavra de conforto e de carinho para quem está passando por uma turbulência.
 
Sonia Abreu em 20/02/2014 08:34:07
Como a vida é frágil! Ao ler essa reportagem eu tive um medo muito grande de perder meu filho. A gente nunca espera que isso possa acontecer e quando vem deve ser um baque muito grande. Que Deus permita a todas as mães nessa situação um pouco de paz e consolo.
 
marta hoffmann em 20/02/2014 08:06:02
Parabéns quatro mães, por conseguirem expor seus sentimentos. Parabens Helena guerreira. Quero ler e aplaudir bjs
 
margareth lopes em 20/02/2014 08:04:23
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