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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

01/02/2016 11:57

Expert em pegar buquê, solteira coleciona nove sem perder a fé no amor

Paula Maciulevicius
Do casamento da irmã, em 1998, para cá, já foram oito buquês e um Santo Antônio. (Foto: Oficina da Photo)Do casamento da irmã, em 1998, para cá, já foram oito buquês e um Santo Antônio. (Foto: Oficina da Photo)

Buquê ou Santo Antônio, o que a noiva jogar, lá vai estar Kika para pegar. A fisioterapeuta Érica Cassiana, se tornou expert em sair dos casamentos com a promessa de que será a próxima a subir no altar. O que ainda não se cumpriu, mas ela não perde a fé. Do casamento da irmã, em 1998, para cá, já foram oito buquês e um Santo Antônio. O número chegaria a 10 se em uma das jogadas, ela não tivesse aberto mão do buquê em prol de uma amiga.

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A irmã de Érica, Elaine, quem passou a sugestão ao Lado B, por achar no mínimo "curiosa" essa característica da irmã. "Pegadora de buquês oficial", Érica ri do início ao fim da entrevista e explica que não é sorte e sim estratégia. 

"Primeiro você tem que dar uma analisada no perfil da noiva. Se ela é mais tímida, vai jogar mais devagar, se for expansiva, vai ser bem forte, com certeza. Tem que conhecer também o ambiente, se for grande, a noiva vai mandar lá para o fundo e se o teto for baixo, vai jogar baixo", ensina Érica Cassiana Costa, de 38 anos.

Érica com o último buquê, agora em janeiro. Nem precisava de plaquinha, todo mundo sabia que era dela. (Foto: Arquivo Pessoal)Érica com o último buquê, agora em janeiro. Nem precisava de plaquinha, todo mundo sabia que era dela. (Foto: Arquivo Pessoal)

Ela é famosa entre os noivos, padrinhos e demais convidados dos casamentos onde vai. "As pessoas já sabem, a Kika vai pegar... Mas eu já cheguei até a dar a vez para uma amiga e ela realmente pegou o buquê. Eu coloquei ela no lugar certo", conta. O buquê veio para as mãos dela, mas essa amiga precisava mais e Quica resolveu passar a vez, mas antes colocou a candidata num lugar "estratégico". Dito e feito. Ela saiu de lá com a promessa, ainda não cumprida, de que vai subir no altar.

Se foi a experiência dos buquês que lhe ensinaram? Érica acredita que é mesmo a atenção que ela dá à situação. "O primeiro buquê eu peguei da minha irmã, analisei a situação, ele no ar e fui atrás dele e peguei. Eu sempre presto atenção aonde o buquê está indo", orienta.

Tem vezes em que Érica vai para a disputa apenas para fazer "volume" na briga. "Acho muito triste quando a noiva quer jogar o buquê e ninguém vai atrás. Eu acho importante a questão", diz. Sobre ainda estar solteira, ela conta que já namorou sério e esteve noiva - inclusive pegou um buquê neste meio tempo - mas a relação não chegou à troca de votos.

"Eu acredito sim que vou casar, não que serei a próxima, mas acredito na história do buquê. Toda mulher sonha com o dia do casamento e em jogar o buquê, isso é fazer parte de uma tradição", frisa Érica.

A maior motivação para ela é realmente querer e esperar que o buquê venha. Se os nove buquês, mais o tempo e a idade não a desanimaram ainda, a fisioterapeuta garante que não e que segue confiante no amor. "Fico muito feliz quando vejo um casamento, um casal com amor de verdade, fazendo aquilo porque o amor falou mais forte. Mas se eu nunca casar, não tem problema. O amor continua aí". Ela também alega que não parte para briga. "Deus me livre cair no chão ou eu brigar por causa de buquê. É tática mesmo".

Tem sugestão de casamento para mandar? Fale com a gente no Facebook do Lado B. 




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