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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

27/05/2013 11:10

UFMS avalia postagem de professor contra "bichonas" e ele pode ser demitido

Jéssica Benitez
Professor usa palavras de baixo calão para criticar pichações (Foto: Divulgação)Professor usa palavras de baixo calão para criticar pichações (Foto: Divulgação)

Diante da postura do professor universitário substituto, Kleber Kruger, acerca de pichações contra a homofobia no campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em Campo Grande, a direção de Ponta Porã, onde o docente é lotado, enviou material à reitoria pedindo apuração do caso.

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Após o exame do conteúdo, deve ser definido se será aberto procedimento administrativo ou se a atitude será julgada pela Comissão de Ética da instituição.

Entre as possibilidades de punição está a suspensão de contrato de 2 anos com o profissional, já que ele é professor substituto e, portanto, não concursado. Outra hipótese é aplicação de advertência.

Ontem à tarde, Kleber utilizou sua página na rede social Facebook para externar opinião a respeito de pichações nos corredores dos blocos de Ciências da Computação e Engenharia.

“Hoje cheguei na Federal e encontrei algumas paredes dos cursos de computação e engenharia pichadas com frases como: ‘O amor homo é lindo!’, ‘Homosexualismo é lindo!’, ‘Fora machismo!’... aaah! se fuderem seus *viados fila da puta!”, postou o professor.

A resposta veio imediatamente, com comentários nas redes sociais exigindo punição ao professor. Há, inclusive, uma petição virtual pedindo demissão de Kleber. 

"O professor mostra-se homofóbico, desequilibrado e inapto para exercer função pública, especialmente o cargo de professor. Nenhum estudante gay deve ser submetido ao constrangimento de ter que ouvir aulas e ser avaliado por uma pessoa truculentamente homofóbica como o professor substituto Kleber Kruger", justificam os autores do movimento.

Hoje o professor está em Ponta Porã, depois de passara os últimos dias em Campo Grande para as aulas de mestrado em Ciências da Computação.

Depois de toda a repercussão sobre o caso no Campo Grande News, o professor garantiu estar arrependido e disse que não faria novamente algo parecido porque nunca teve "a intenção de ofender". "Não tenho medo de ser demitido, não quero é que as pessoas pensem que eu sou uma coisa que eu não sou. Não tenho nada contra gays. Foi um erro".




Gozado que hoje em dia parece ser proibido ser heterosexual,ser à moda antiga,embora a homosexualidade sempre existiu,claro que nao se deve apelar xingar muito menos bater e pior ainda quando ha mortes inclusive,mas cá entre nós parece que a pessoa vai chegar o tempo de quando ela nascer ela ja tiver obrigatoriamente de ser homossexual,ja com o rotulo,parece que vai virar crime a pessoa optar por ser heterossexual,eu realmente acho que este mundo do jeito que está e parece só piorar cada vez mais é muito "moderno" demais ara o meu gosto.
 
Dorival Duarte em 31/01/2014 19:00:43
Mas ninguém até agora falou do vandalismo contra o patrimônio público federal das pichações... As pichações só são ruins e erradas a depender do conteúdo? Alguns podem, outros não? Se é opressora qualquer atitude contra os grupos homo-afetivos, é também opressor o cerceamento do livre pensamento pessoal e individual, seja oralmente ou via Internet, ou iremos continuar com esta democracia de circunstâncias. O rapaz, precisa de orientação intelectual e linguística, como outros tantos que dizem abertamente, mas fazem...
Garantir a manifestação de todos não é? Concorde ou não preciso ter liberdade de pensar e falar, da mesma forma que devo garantir esse mesmo direito aos demais... Senão corremos o risco de que tenhamos uma Lei regulamentando os assuntos e conceitos que podem ser manifestos..
 
Professor Adão Oliveira em 31/05/2013 15:14:37
Sou contra qualquer tipo de preconceito ou discriminação... Quanto ao rapaz, Kleber Kruger, faltou-lhe total competência com a linguagem escrita, como deve faltar-lhe também articulação do pensamento... Me admira que esse jovem seja professor em uma Universidade Federal (substituto ou não).
Entretanto, há uma avalanche de policiamento ao livre pensamento quando este foge ao senso-comum do momento. Não me refiro apenas aos interesses homossexuais, mas a muitos outros pensamentos que não sejam HOJE "politicamente corretos". O direito de pensar e manifestar seu pensamentos pessoais (preconceituosos ou não) está sendo cerceado por uma polícia ideológica que também viola direitos individuais. Homofobia é a pregação institucional ou atitudes concretas contra qualquer grupo "minoritário"...
 
Professor Adão Oliveira em 31/05/2013 15:03:35
que tipo de pessoas são essas que querem que um homem tenha sua carreira destruída por uma coisa escrita na internet, ele apenas expressou sua opinião, ele não é obrigado a gostar de gay só porque é um professor, seria uma injustiça que um profissional capacitado fosse despedido por meia duzia de uma população que quer "impor" seus direitos a força, se fosse feito um plebicito no brasil sobre essa "causa gay"com certeza 90 % da população seria contra, se o meu direito acaba onde começa o direito do próximo, então já estou sendo oprimido, pois tenho filhos e tenho que ficar desviando dos lugares onde pessoas do mesmo sexo ficam se agarrando. procurem seus direitos, mas imponham regras e sejam tolerantes, com quem vcs dizem não ser.
 
antonio souza em 30/05/2013 11:01:36
Medida unilateral, tendenciosa, em busca de confetes da imprensa e da ditadura gay. Dizem que procuram a justiça usando "dois pesos e duas medidas"? Punição também para todos os pichadores que depredaram o patrimônio público, especialmente em uma Universidade. Querem respeito? Tratem os outros com respeito também, e não destruam o que é de todos!
 
Marcos Maranhão em 28/05/2013 14:23:05
Achei maravilhosa as pessoas defendendo o professor porque ele estava criticando quem atacou um "patrimônio público". Maravilhoso porque nota-se que as pessoas colocaram no mesmo patamar um grupo (homossexuais) e um objeto (paredes), ou melhor, o objeto é mais importante que um grupo. Afinal, que horror, eles picharam uma parede pública! Não podemos pixar paredes, mas podemos ofender um grupo de pessoas. Realmente, nota-se que o ser humano perdeu seu valor, a parede da universidade deve ser preservada, mais que os direitos de reconhecimento por parte dos homossexuais. Fora que não existe ditadura "heterofóbica". O que as pessoas exigem é, antes de mais nada, é poderem se beijar sem alguém recriminar ou culpar por tal atitude.
 
Wagner de Barros em 28/05/2013 13:07:27
Interessante

Só o professor é errado? Agora vandalismo é permitido, desde que seja feito com a sua opinião? Ninguem reparou que um prédio publico foi vandalizado? Esses vândalos tem que ser punidos também. Se so o professor for punido isso esta errado. O que impede uma pessoa hetero expor a sua opinião lá, visto que não da nada, pode pichar pois lá não é crime. Isso sim é vergonhoso.
 
Hank Krummrich Zaidan em 27/05/2013 20:08:54
em primeiro lugar tem que se ver quem começou pelo que eu entendi o professor esta defendendo o patrimônio publico . agora se vc deixar todo mundo fazer o que quer isso vai virar bagunça quem quer ser gay ou lésbica o problema é dele só que eles tem que manter o respeito . ai começam a fazer pichaçôes e ninguem faz nada . ai não dá eu acho que o professor agiu certo ( Se dê o respeito para poder ser respeitado ) ok
 
CEDENILSON COELHO em 27/05/2013 19:48:35
É no mínimo constrangedor para quem preza pela normalidade ou pelo direito de ser normal ler aquelas frases nas paredes de uma universidade. Usando o bom senso já não teríamos essas paredes "pixadas", considerando aqui que o "normal/hetero" é amordaçado em seu direito de pensar e todas as vezes que age é taxado de preconceituoso.
 
Rildo Silva em 27/05/2013 19:28:42
As pessoas estão confundindo liberdade de expressão com homofobia e racismo.Em nome da " liberdade de expressão" prega-se a tolerância a nazistas, homofóbicos, racistas e a todo tipo de preconceito.E tem mais :o suposto professor mencionou "coloridos", o que inclui a cor da pele.Enfim, o que temos é a falta de respeito à diversidade, tanto de um lado quanto do outro.E uma instituição que se denomina "universidade" não deve tolerar isso.
 
Angela Silva em 27/05/2013 19:09:05
Se demitir é porque considerou o termo usado por ele ofensivo, quem demitir pratica homofobia.
 
Carlos Xavier em 27/05/2013 16:58:38
interresante esta materia o prof fez um comentario q nao foi bacana,mas os q picharam um patrimonio publico nao estao errado? nao seram punidos? e depois nos e q pagamos a nova pintura das paredes pichadas e muita coisa gente,ate mesmo eu ficaria indgnada,d ver meu dinheiro sendo jogado fora,pois tera q ser pintada novamentes esta parede.cade os pichadores?
 
marta lopes silva em 27/05/2013 16:47:09
Vocês, todos vocês que comentaram antes de mim, entendem que héteros têm direito de oprimir o homossexual. Negar-lhes esse "direito" é considerado heterofobia. A liberdade de expressão não é plena. Não posso simplesmente dizer o que penso ignorando as consequências do meu discurso. O que o movimento LGBT quer, na verdade, não são direitos a mais, mas o direito de coexistir. É uma coisa muito clara, quase óbvia. Não funciona na cabeça de vocês porque acham que ser gay é algo errado. Mas não há lei que aponte inadequação nisso. Lamento a desinformação de vocês.
 
Guilherme Cavalcante em 27/05/2013 16:45:18
E onde fica a tal liberdade de expressão?
E os alunos que pixaram as paredes da faculdade? Não serão punidos?
 
Diego Pecete Ruas em 27/05/2013 16:45:06
GENTE PARAAAAAAA..... não se trata de homosexualismo, heterosexualismo, se trata de um professor incitando violência, ou a frase, "depois morre um viado la no campus" não incita nada? Parem de ignorância, parem de avaliar as questões de acordo com suas crenças; avaliem com o respeito que gostariam de receber. Ninguém esta dizendo que as pixações estão certas,pq uma idiotice não justifica a outra, mas se trata de RESPEITO AO PRÓXIMO. Analisem a questão ao contrario, se alguém escrevesse que depois morre um hétero filho da puta la no campus e vão reclamar, isso seria correto? NÃO, NÃO SERIA.
Saiam da Idade Média e aprendam a respeitar o espaço alheio, ainda que os alheios não respeitem o seu.
Ainda me permito um devaneio: "GENTILEZA GERA GENTILEZA"
 
FERNANDA FABRINI SILVA em 27/05/2013 16:35:14
PROFESSOR TÁ CERTINHO.
 
Fernando Roberto em 27/05/2013 16:28:38
O professor apenas colocou seu ponto de vista ( de uma forma errada eu concordo) mas e os pixadores? Se o professor e homofobico os pixadores tambem sao pois machistas e gays estao do lado oposto da balanca, so que a moda e achar que gay e bonito e certo. Por que o 'politicamente correto' e uma via de mao unica? Nao posso chamar uma pessoa de negro mas ela pode me chamar de branquelo e isso? A maioria das pessoas nao gostao dos gays por que tentam enfiar guela abaixo que isso e certo, ai da no que deu. Nao quero tomar partido mas se for obrigado a isso fico do lado do professor.
 
Alex Andre De Souza em 27/05/2013 16:28:17
A manifestação de pensamento é um direito de todo cidadão brasileiro. Para garantir esse direito, milhares de pessoas lutaram, foram torturadas e morreram durante a Ditadura Militar. Qualquer tipo de punição contra esse professor é no mínimo ilegal, e injusta, porque ele tem o direito constitucional de se manifestar livremente. Aqueles que se ofenderam devem buscar a justiça para uma possível reparação de danos.
 
Cláudio Souza em 27/05/2013 16:19:16
Chamar essa besta cruel, desumana e infame de "professor", é enlamear e fazer chafurdar desgraçadamente toda a tradição, honradez e a dignidade da tão nobre profissão de docente no lamaçal do ódio e da intolerância.

Kleber Krueger o meio acadêmico se enoja de você.
 
Robson Silva em 27/05/2013 13:51:26
Hoje em dia falar deste assunto é punição na certa, mas será mesmo que isso é motivo de punição, no máximo acho que o professor deveria não falar palavrão por se tratar de um professor, mas o mundo fala palavrão, nas novelas ensinam palavrão, nos filmes mostram palavrão, e as pessoas estão super acostumadas a ver a vioencia, na minha opinião foi isso que ele quis dizer, que daqui a pouco ia dar briga. Mas se fosse contra domésticas, médicos, balconista, homem ou mulher não virava polêmica mas falou gay aí já viu né, não pode. Aff
 
Ana Lúcia em 27/05/2013 13:26:54
Os "homos" podem escrever tudo o que querem, mas ver as verdades eles não querem! Qualquer coisinha é homofobia, tudo é homofobia... Pelo amor de Deus! Agora se dessem ao respeito, se respeitassem o seu próximo não teria uma resposta tão "ofensiva" do tal professor. Não é que a sociedade não gosta dos homossexuais temos pais, amigos, primos, irmãos "homos", a sociedade não gosta e não tolera falta de respeito.
 
Dayane Movier em 27/05/2013 12:43:26
eu apoio o professor, hoje em dia ser hetero parece estar errado! não sou contra, mas os homossexuais estão perdendo o respeito e passando dos limites, esses dias eu estava numa lanchonete com meu filho de 8 anos e mais um sobrinho de 9 e as crianças foram obrigadas a assistir 2 marmanjos se beijando e se acariciando desrespeitosamente e eu obrigado a ver tudo aquilo quieto, ta certo?
 
marcelo martins em 27/05/2013 12:31:07
Cara, tô com medo! Ser gay agora tá na moda, estamos começando a viver uma ditadura heterofóbica!!!
 
Thelma Lima em 27/05/2013 12:10:41
Chocado com tal atitude de um "professor"...é de se entender que seja preconceituoso, homofóbico e tdo mais...mas agir dessa forma, é INACEITÁVEL...espero que seja punido com todos os rigores, e que nao consiga trabalho na area em lugar algum...
 
Márcio Sicilio em 27/05/2013 12:07:08
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