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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

30/11/2011 11:55

Ambulante dos novos tempos tem prancheta, vende chips e até casas no Centro

Ângela Kempfer
Vendedores de casas abordam quem anda pela 14 de Julho.Vendedores de casas abordam quem anda pela 14 de Julho.

Passar pela calçada da 14 de Julho, no centro de Campo Grande, é ser abordado por, pelo menos, dois vendedores por quadra. A maioria é jovem e não se enquadra no conceito camelô, são funcionários de operadoras de celular contratados. Mas outros que perambulam pela principal rua do Centro trabalham na base do risco.

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As operadoras da telefonia móvel ocupam todas as esquinas e, apesar da concorrência, os funcionários viram amigos na rotina de 8 horas de serviço.

Felipe e Vanessa dividem a mesma esquina.Felipe e Vanessa dividem a mesma esquina.

Felipe Siqueira, de 21 anos, e Vanessa Mamote, de mesma idade, se conheceram na esquina da 14 com a Afonso Pena, há 3 meses. Um vende chips da operadora Claro e outro da Tim.

“A gente não concorre não, não é problema. A única coisa que incomoda nesse serviço é o mau humor e grosseria das pessoas”, comenta Felipe.

Metros depois, rumo a Barão do Rio Branco, rapazes com pranchetas abordam quem passa pela frente para vender casas.

Três jovens, contratados por empresa que presta serviços para a construtora mexicana Homex fazem o cadastro de interessados em financiamento para encaminhas as propostas e verificar a situação junto a órgãos como Serasa e SPC.

“Ganhamos por cadastro aprovado, é um emprego bom. A gente faz o pré-cadastro, mas muita gente não passa porque 77% do povo em Campo Grande está com nome sujo”, diz Marcelo Oshiro, de 26 anos.

Para quem é contratado tem de ficar na 14 durante praticamente o dia todo, nada incomoda mais do que o calor. “Ficar em pé eu já me acostumei, duro é esse calor infernal”, diz o funcionário de um operadora de celular, Adriano Medeiros.

Pela rua, quase não se vê os ambulantes tradicionais, como vendedores de quinquilharia. Fernando Dutra, de 25 anos, é um dos poucos que ainda se arrisca no trabalho informal, vendendo capas de celular e antenas. “Fico um tempo aqui e depois vou para outro ponto, não dou mole. Não tem concorrência porque o preço é bem baixo”, detalha.




me sinto incomodada com a abordagem dessas pessoas, mas tento entender, afinal todo mundo precisa trabalhar, é melhor q roubar ou mendigar! boa sorte e bom serviços pra eles!
 
djane alves gomes em 01/12/2011 11:04:28
Deixem o povo trabalhar! Em uma coisa eu concordo, como disse o Sr. Juarez Delmondes, teriam que liberar o comércio também para os trabalhores informais (vendedores ambulantes), não só para aqueles contratados por empresas.
 
Antonio Carlos Azuaga em 01/12/2011 10:37:45
Deixa a gurizada trabalhar pessoal, pelo menos eles tem ocupação estão em formação!!!
Vixi como reclama esse povo!!!
 
Joao brittes em 30/11/2011 07:56:24
Pelo menos estao trabalhando...
 
Marcos cunha em 30/11/2011 06:39:50
Já fiz esse tipo de trabalho, é insuportável...desejo que todos alcancem melhores empregos..aff
 
Lucas Andrade em 30/11/2011 06:38:36
Dois pesos e duas medidas, uns não podem nem vender um doce um salgado sei la mais o que. Ja outros como são de empresas ja podem , ta tudo errado
 
Juarez Delmondes em 30/11/2011 05:11:09
Esse povo é chato demais!
 
Ricardo Torres em 30/11/2011 04:51:44
imagem transparente

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