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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

28/07/2012 13:15

Com placa de vende-se, gramofone desperta curiosidade e nostalgia

Aline dos Santos
“Minha mãe pensou em dar para alguém, mas resolvi vender, diz Fábio. (Foto: Rodrigo Pazinato) “Minha mãe pensou em dar para alguém, mas resolvi vender", diz Fábio. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Com uma ideia na cabeça e um gramofone nas mãos, Fábio da Silva se juntou à paisagem no cruzamento das ruas 15 de Novembro e Padre João Crippa, em Campo Grande.

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O equipamento musical, herança da avó, provoca curiosidade e lembranças para quem avista a cena. “Para um monte de gente e pergunta. Pessoa mais nova, mais velha”, conta.

A mais tentada a levar o gramofone foi uma senhora, para lembrar os tempos da juventude. Mas, como os demais interessados, desistiu ao saber do preço: R$ 800.

Já Fábio promete não desistir. “Vou voltar amanhã”, garante. Apesar de não ter muito movimento, o ponto de venda foi escolhido pela facilidade de vagas, caso algum motorista resolva parar.

Auxiliar de manipulação de medicamentos, ele aproveita o fim de semana para tentar a sorte como vendedor de gramofone. O rapaz de 25 anos mora no bairro Guanandi e usa o transporte coletivo para chegar ao Centro. O aparelho, embalado em um saco de lixo, é carregado no muque.

Acionado pela manivela, o gramofone funciona e uma música de tempos idos, vinda de um disco de 78 rotações, chega aos ouvidos. Segundo Fábio, o objeto é de 1910. A antiguidade foi encontrada na casa de dona Sebastiana, avó do rapaz. Mãe de 18 filhos, ela morreu há dois anos, quando beirava os 90 anos.

“Minha mãe pensou em dar para alguém, mas resolvi vender”, conta Fábio. Ao falar da intenção de ir para rua com o gramofone para a família, recebeu duas únicas palavras: boa sorte. E é com ela que o vendedor espera contar amanhã, na segunda investida para vender o aparelho.




ola amigo em primeiro lugar boa noite este gramofone e muito lindo quanto voce esta pedindo pela a peça espero resposta eu estou em s. paulo
 
Juraci vicente de carvalho em 04/10/2013 19:01:25
Essa história esta muito mal contada, pois recentemente, la pelas bandas do Bairro São Francisco, vi outra pessoa, tratava-se de um senhor de pele morena, baixa estatura e "gordo", parado no cruzamento e segurando um gramofone que se não for o mesmo, é idêntico. Até com um disco de vinil e um cartaz igual. Vamos ficar atentos senhores amantes de antiguidades.
 
Fernando Silva em 29/07/2012 12:30:34
Essa história é antiga... pois há anos vi um senhor vendendo um desses aqui em Campo Grande.
 
Diógenes Augusto Sanches em 29/07/2012 09:29:00
Aline, você tem certeza que gramofone é insrumento musical?
 
Miguel Antônio Petrallas em 28/07/2012 08:08:00
Tem que oferecer pro arq. Luis P. Scalise que tem bom gosto e aprecia coisas antigas.
 
Gian Ribeiro em 28/07/2012 05:52:10
Gostei da atitude do rapaz, boa sorte!
 
Rodrigo Machado em 28/07/2012 04:57:06
Essa semana passei pela avenida Mato Grosso e vi esse jovem tentando vender, realmente chama a atenção por ser um objeto antigo, tomara que consiga vender. Boa sorte
 
Rayssa Bento em 28/07/2012 03:56:13
imagem transparente

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