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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

09/09/2013 07:20

Como fazer o caminho inverso? Sair do mundo virtual para ter uma loja na cidade

Anny Malagolini
Arte da lojinha virtual criada por Ludmila.Arte da lojinha virtual criada por Ludmila.

Para sair da "pindaíba" da vida de universitária, no primeiro ano de faculdade de Letras, a estudante Ludmilla Azambuja Marques, de 22 anos, começou a vender roupas na sala de aula. Logo criou uma loja virtual no Facebook, a lojinha "Dalu". Passados 4 anos, a sacola de roupas e as vendas que eram pela internet chegaram ao fim. O negócio informal expandiu e vai ter espaço físico, com cara de boutique.

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A carreira de professora foi deixada de lado por Ludmilla, que agora vê a profissão como um plano B. "Tive que escolher o que queria fazer e como quero trabalhar com moda, resolvi sair da informalidade", explica.

Ela alugou um prédio de 30m², na antiga rua Furnas, e vai fazer o caminho inverso da maioria, sair do virtual para o real. As mídias sociais foram atributos fundamentais para a lojinha ganhar fama e com pouco dinheiro, o marketing virtual garantiu centenas de acessos. Entrou para Instagran, Facebook e até um blog com produções de moda diária, com peças da própria loja e dicas de como se vestir com o que é tendência.

Ludmilla conta que sempre gostou de moda e, antenada no que é "tendência", pediu à tia, que mora em São Paulo, para enviar roupas que aqui eram novidades.

Hoje as peças são compradas em vários estados, como Santa Catarina. Segundo ela, a "lojinha" ganhou fama e os pedidos de entrega são de todo o canto do País também.

Mas o que sofre quem decide fazer tamanha mudança. Ludmila, diz que o maior problema foi paciência para conseguir a documentação na prefeitura. “Eu abri a empresa, fiz meu CNPJ e ai só após 30 dias que aparece no sistema da prefeitura. Só depois que sai minha licença para abrir”, explica.

Para chegar ao ponto comercial “perfeito”, ela estabeleceu como critérios um lugar em área nobre, mas não tão caro. Conseguiu um imóvel na Furnas por R$ 900,00 de aluguel.

“O investimento é um pouco alto sim. Tive que alugar o espaço e consequentemente vou pagar água e luz. Mas vale a pena porque com a loja aumenta o número de clientes”, espera a ex-professora.

A formatura de Ludmilla acontece no fim do ano, mas antes disso, a loja já estará pronta. A previsão é de que seja inaugurada ainda neste mês. Conheça aqui a loja virtual.




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