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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

09/02/2016 06:45

Com flecha improvisada ou roupa da mãe, fantasia boa é a de última hora

Naiane Mesquita
Ingrid aproveitou o ruivo e fez uma flecha de última hora para viver Merida, de Valente (Foto: Alan Nantes)Ingrid aproveitou o ruivo e fez uma flecha de última hora para viver Merida, de "Valente" (Foto: Alan Nantes)

Quanto tempo demora para planejar uma fantasia de Carnaval? Alguns diriam meses, mas a maioria deixa para a última hora, nos 45 minutos do segundo tempo, quando o desejo de seguir o bloco na avenida fala mais alto. Na correria vale tudo, pesquisar “fantasias para ruivas” no Google e comprar orelhas de coelho para simular uma mágica.

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 Hildegard de mágico e na galeria de fotos (abaixo) de Cisne Negro ao lado da namorada (Foto: Alan Nantes) Hildegard de mágico e na galeria de fotos (abaixo) de Cisne Negro ao lado da namorada (Foto: Alan Nantes)
O casal de amigos Amanda e Jorge decidiu ser hippie (Foto: Alan Nantes)O casal de amigos Amanda e Jorge decidiu ser hippie (Foto: Alan Nantes)

Ingrid Quintela, 19 anos, tinha como vantagem a cor do cabelo quando decidiu reproduzir a personagem Merida, do filme da Disney “Valente”. Munida de um cabide, ela confeccionou um arco e flecha, emprestou um vestido azul e pesquisou uma maquiagem que parecesse o da princesa. “Fiz tudo isso hoje. Decidi que queria vir fantasiada, busquei algumas inspirações no Google e deu certo. O vestido é da minha amiga, coloquei um sapato que fosse mais aventureiro e o arco eu mesma arrumei”, ri a estudante.

Quem tem uma história parecida é o estudante de agronomia, Jorge Francisco Bezerra Neto, 19 anos. Para ir estiloso no bloco da Capivara Blasé na noite de ontem, em frente a Esplanda Ferroviária, o jovem buscou inspiração nos anos 70 e ainda emprestou roupa da mãe. “Fui colocando um monte de coisa até dar nisso aqui”, brinca.

A amiga, Amanda Pedrini, também acompanhou o colega. “Liguei para uma amiga e decidimos ontem que iriamos vir de hippies. Hoje de manhã fiquei procurando as roupas, usei umas coisas da minha mãe, é o primeiro dia que decido vir fantasiado”, comemora.

Já o professor de literatura, Hildegard Brum, 28 anos, contou com a ajuda da namorada para se vestir no sábado de Cisne Negro, durante o Cordão Valú. “Ela que fez minha maquiagem, eu não ia conseguir”, confessa. Ontem, no Capivara Blasé o casal decidiu ir de dupla de mágicos, com roupa verde, um chapéu diferente. “Compramos os adereços no Bazar São Gonçalo. Foi bem de última hora, sAem muito planejamento. O problema foi a cor da camisa, que é verde, não estão entendendo muito que é mágico. A orelha do coelho ainda ajuda”, se diverte o professor.

Um dos organizadores e idealizadores do bloco Capivara Blasé, o diretor de teatro Vitor Hugo Samudio, estima que por volta das 18 horas de ontem cerca de 1,5 mil pessoas se concentravam no bloco, que é noturno. “Esperamos entre 4 e 5 mil pessoas hoje sem chuva. No ano passado foram 3 mil pessoas e no dia choveu”, acredita. A animação continua até por volta das 2 horas da manhã. 

 

 

O Bloco Capivara Blasé durante o entardecer de Campo Grande (Foto: Fernando Antunes)O Bloco Capivara Blasé durante o entardecer de Campo Grande (Foto: Fernando Antunes)
Trio que fez sucesso em outro desfile, do Cordão Valu. (Reprodução Facebook)Trio que fez sucesso em outro desfile, do Cordão Valu. (Reprodução Facebook)
Jornalista se vestiu de estudante de SP, também em dia de Cordão Valu. (Reprodução Facebook)Jornalista se vestiu de estudante de SP, também em dia de Cordão Valu. (Reprodução Facebook)



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