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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

13/07/2013 08:16

De Dourados, funkeiros pegam carona em hit's e tentam emplacar "No Passinho"

Anny Malagolini
Funkeiros do grupo Bond dos garotos  (Foto: Divulgação)Funkeiros do grupo "Bond dos garotos" (Foto: Divulgação)

O funk, não o do James Brow, o carioca, que hoje é embalado pelo hit “Quadradinho de Oito”, fez a cabeça de quatro homens do interior do Mato Grosso do Sul, que querendo emplacar criaram o “Bonde de Morenos”, no rastro de sucessos nacionais. 

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O hit carioca é do “Bonde das Maravilhas”, que ficou conhecido por conta coreografia criada pelo grupo de cinco meninas.

E de olho na fama quase que espontânea, 2013 começou com um lema - “ano novo e planos novos”, e foi assim que os amigos de faculdade Michel Pires, Luciano Norberto, Diego Silva e Marcos Deodate, de 29 anos, pensaram, logo nos primeiros dias do ano e resolveram colocar o bonde na “rua”, levando em conta apenas a facilidade em criar versos e rimas com o estilo carioca.

O grupo é de Dourados e com a pretensão de ficarem ricos, assim como os “grandes” MCs, eles escreveram o funk “No Passinho”, que em pouco mais de 2 minutos, canta a evolução do quadradinho de 4 e de 8, e claro, recorrem aos rebolados femininos. Como é comum do gênero, explica o compositor da música, professor de educação física Marcos,. Ele conta que também se interessou pelo ritmo incentivado pelos amigos, que sempre elogiaram sua facilidade em fazer rimas e usava os amigos da faculdade como os personagens das brincadeiras com as palavras.

No Estado, são poucos grupos do gênero, então quando tem, quem gosta vira fã e sabendo disso, os amigos que abominam o sertanejo, já estão se apresentando em várias cidades no interior e até no Paraguai. “Queremos mostrar que aqui também pode ter sucesso sem ser Sertanejo. Não é só Rio e São Paulo”.

A fama em terras vizinhas rendeu ao grupo o apelido de “Los Marones”, e segundo Marcos, o sucesso com os hermanos é tanto que eles até distribuem autógrafo após os shows no país. Ainda longe de ganhar cachês iguais aos das celebridades funkeiras, o grupo cobra R$800,00 por apresentação, que dura cerca de 1 hora.

Pra quem ficou curioso, para ouvir o funk regional é só clicar aqui.

 

 




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