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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

28/11/2013 07:15

Raridade agora em Campo Grande, festa rave terá nova edição depois de 3 anos

Anny Malagolini
Última edição, em 2010. Última edição, em 2010.

As raves, festas eletrônicas em sítios e chácaras, viraram raridade em Campo Grande, mas  ainda há quem invista em quase 12 horas seguidas de balada ao ar livre. Longe de ser parecida com a tradução da palavra, que representa 'meditação por completo’, a Samadhi tem inspiração no budismo e é uma das raves que resiste aqui na cidade. Neste sábado, depois de três anos, a festa vai ganhar mais edição.

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Não será como a original, mas bem menor, em estrutura e capacidade de público "mas com os mesmos conceitos", garante o organizador do evento, Caio Mendes, de 27 anos. A proporção tímida é explicada por ele de forma simples: “Hoje só vai quem gosta”, afirma.

O movimento carregou uma má fama, sempre ligado a drogas e deixando de lado a filosofia inicial, talvez um dos motivos para ter enfraquecido, por conta disso, essas festas agora são chamadas de “Open air”.

Para quem gosta mesmo de rave "completa", vai sentir falta do “psy” - estilo mais agitado e com batidas frequentes. O som desta vez será o house e o techno. “Não fez mais nada de novo, não se reinventou, são as mesmas músicas de três anos atrás”, explica Caio, sobre o motivo do estilo principal não estar presente no evento.

 

A Publicitária Cassiana de Barros, de 27 anos, é uma das presenças confirmadas no próximo sábado. Ela conta que participou do fervor do movimento em Campo Grande e que foi em todas as edições que tiveram desde 2007.

Depois que as festas diminuíram, o jeito foi viajar para outras cidades em busca das raves. “Hoje, as pessoas vão por ser apenas uma festa, não pela ideia”, reclama. No fim do ano, o local escolhido por ela para passar o réveillon é justamente uma rave, mas na Bahia.

Caio conta que conheceu a festa ainda quando morava em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, há oito anos. Na capital, foi um dos que incentivaram a cena e por isso promoveu as principais festas. Mas hoje, confessa: “Faço por que eu gosto, não dá dinheiro. É para fomentar essa cena”.

No sábado, a festa será realizada na avenida Tamandaré, 6.400, na estância "CH". Seis DJs devem animar a festa, que começa às 23 horas e deve durar até às 8h.  Os ingressos custam R$ 20,00 e podem ser comprados na tabacaria Monte Líbano.  

 




Entao a policia vai ter que ir de bar em bar de mesa em mesa tomando cachaça e bebendo cerveja,gente pode ser a onde for acidente vai ser onde for nao importa ai vai da conciencia de quem frequenta o evento !!!
 
beto bass em 01/12/2013 12:14:31
Por um acaso alguém já viu, RAVE (que nem esse termo e mais usado) que tenha um LINE UP somente de LOW??? Se alguem souber por favor me passa o link do evento!!!
Eu acho que nosso amigo Caio Green esta um pouco equivocado e parado no tempo, Pois a musica eletrônica e o único estilo de musica que tem novidades quase todo dia.
Que o conceito RAVE ja esta ultrapassado, Agora o publico estão migrando pros festivais, que alem de ir um publico celeto, só frequentam pessoas que realmente gostam do estilo musical.
 
Michael Suzuki em 30/11/2013 11:37:19
que legal. até que enfim alguma coisa fora da linha sertanejo/funk/pagode nessa capital com cara de interior. já sobre a questão dos acidentes de transito, o nosso trânsito é perigoso a qualquer horario. não é uma festa em lugar afastado da cidade que vai elevar as os números de acidentes. já quanto ao barulho, como foi dito na matéria, vai ser em uma chácara afastada da cidade, então não haverá incomodo algum. e só pra finalizar, deixem de ser velhos e chatos, deixem as pessoas se divertirem da maneira que gostam. Campo Grande já é carente de opções fora sertanejo, e quando fazem algo que não seja dessa linha já criticam. procurem se informar primeiro pra depois meterem o pau poxa vida. já perdi a conta das raves que frequentei e dá pra contar nos dedos de uma mão as brigas que vi...
 
Wender Spanta em 28/11/2013 22:50:10
Engraçado é que as pessoas de cabeça pequena, acham que é só em rave em que as pessoas enchem a cara e saem fazendo coisa errada pela cidade. Basta passar na Afonso pena nos fins de semana, e ver que, independente do tipo de festa, as pessoas vão encher a cara e fazer bobagem. Isso é de pessoa pra pessoa, e não do gosto musical. Por outro lado, fico feliz que vá acontecer essa rave em cg, a capital precisa de diversidade musical e não ficar apenas no já batido sertanejo universitario.
 
Márcio Filho em 28/11/2013 22:41:17
Rave... já aconteceram várias aqui em CG, algumas ficaram pra memória: ORGANIC, PURE PLASTIC, 5º ELEMENTO, etc! Sendo a primeira a mais famosa de todas.
É legal a idéia; o negócio é deixar os excessos de lado e curtir. Aliás excesso não é bom em nada...
 
Valter Castilho em 28/11/2013 18:17:44
O que ocorre é a falta de prudência da grande maioria das pessoas que frequentam essas festa, a começar pela organização do evento. O local deve ser apropriado e estruturado, pois há quem gosta e há quem não gosta de barulho e todos precisam ser respeitado! e jovem não tem limites, isso todos nós sabemos, tudo é oba-oba o contrário disso é gente chata e velha! é só respeitar as leis...se isso ocorrer não haverá motivos para problemas.
 
valeria cristina caldeira em 28/11/2013 13:36:24
Sem querer criticar, mas House e Techno são musicas com batidas lentas e não muito continuas... esse estilo de música não combina nada com uma festa Open Air
 
Eduardo Araripe em 28/11/2013 12:33:07
A FESTA VAI BOMBAR VAI SER TOP CG TA PRECISANDO DISSO BORA PRA LA GALERA !!!!!
 
PAULO BRAZ em 28/11/2013 09:52:23
Legal a idéia do organizador, mas lembre-se estamos na nova Campo Grande, a capital das farmácias, dos colchões e dos promotores xiitas anti-diversão.
 
Roberto Jeferson em 28/11/2013 09:33:28
Sr. Maximiliano Nahas já perdeu algum ente querido no trânsito por culpa de algum bêbado??? pensa bem.. diversão é uma coisa.. beber e dirigir é outra bem diferente...
chamar fiscalização da policia de coisa besta???? pra mim é um tanto "besta demais"
 
Mariana Pereira em 28/11/2013 08:53:16
É lógico que deve haver segurança, mas eventos como esse faz falta, Campo Grande está se transformando em uma cidade velha e chata, capital com cara de interior!
Os bares da Afonso Pena estão indo embora pela cobrança de varios atributos e baixa de público, o único lugar que dá pra fazer os shows é naquele jockey, onde vc sai com terra vermelha até na testa.... ou seja, não existe um lugar adequado, aí quando vem alguém, querer fazer alguma coisa as pessoas criticam.
 
Rayani Cruz em 28/11/2013 08:32:59
Gente que coisa mais besta, bem que a policia podia, pára com isso, as pessoas tem que ser responsáveis, as coisas tem que acontecer, quer dizer que agora Deus não protege mais ninguém, deixem de ser velhos chatos, lembrem de quando vocês eram mais novos e eram criticados, isso não é vida, deixa a molecada se divertir.
 
maximiliano nahas em 28/11/2013 08:24:50
A PM deveria ir a esse local, pois em Campo Grande a idéia de festa é sinônimo de encher a cara, e sair pela capital fazendo horrores no trânsito.
 
Neide Oliveira em 28/11/2013 08:00:14
bem que a Polícia Militar poderia fiscalizar a saídas destas pessoas, tanto para dar a segurança quanto para coibir aqueles que vão em festas para tomar todas e fazer ou causar acidentes.
 
Mario A da Silva em 28/11/2013 07:58:55
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