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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

20/01/2014 07:00

Cachaçaria tem chão atleticano e "preciosidades" de até R$ 780,00 a garrafa

Ângela Kempfer
Bandeja para degustação de cachaças artesanais. (Fotos: Cleber Gellio)Bandeja para degustação de cachaças artesanais. (Fotos: Cleber Gellio)

No ponto da avenida Mato Grosso, o chão é preto e branco para já de entrada o cliente perceber que a casa mineira tem um atleticano apaixonado. A torcida vem da esposa do proprietário da loja especializada no que Minas Gerais tem de melhor: a cachaça.

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O marido leva no coração o Cruzeiro, mas abriu mão do orgulho azul para agradar a mulher. “Para você ter uma ideia, quem escolheu o tipo do piso fui eu”, conta Alexandre de Moraes Leonel, o proprietário da Di Alambiqui.

O banco de madeira antigo é outra lembrança que veio de Belo Horizonte, cidade natal da família. Um móvel herdado do sogro, outro devoto da cachaça, colecionador de raridades nunca abertas para um gole que fosse, conta a neta Pamela.

Sobre a mesa, várias garrafas do assunto principal da Di Alambiqui, a cachaça artesanal. Uma coletânea delas fica ao alcance dos clientes para a degustação.

Prateleira da Dia Alambiqui.Prateleira da Dia Alambiqui.

Nada é industrializado. São 25 marcas, a maioria de Minas Gerais. Mas uma, em evidencia na prateleira, é produzida aqui mesmo na terra do tereré, a “Preferida”, de Coxim. Só ela tem 5 sabores diferentes, dependendo da madeira usada nos tonéis que armazenam a bebida.

Da Preferia há cachaça de tonel de carvalho, jequitibá rosa, só jequitibá, amendoim e a tipo prata, pura, a branquinha.
Os preços começam em R$ 21,00 e vão até R$ 27,00. Mesma média tem as marcas famosas Seleta (R$ 23,00) e Salinas (R$ 26,00). “Mas temos como encomendar vários outras, que custam até R$ 780,00”, diz Pamela.

Em menos de uma semana a garrafa já está na loja, garante a moça que cuida da venda, enquanto o pai viaja desempenhando a função de representante comercial.

A filha diz que ainda está aprendendo a degustar a bebida mais brasileira de todas. Já Alexandre é daqueles mineiros que gosta de uma cachacinha antes do almoço e também do jantar. “Bebo cachaça desde os 9 anos. Agora sou m curioso. Onde vamos, aprendemos um pouco sobre a bebida”, comenta.

A Di Alambiqui funciona na avenida Mato Grosso, número1313.

Preferida, marca produzida em Coxim.Preferida, marca produzida em Coxim.
O banco de madeira sobre o chão atleticano.O banco de madeira sobre o chão atleticano.



o DI ALAMBIQUI é imbatível. Não há em Campo Grande lugar melhor para se comprar uma cachaça de excelente qualidade. Já compramos lá, eu e muitos amigos, já testamos outros locais e atendimento também. É imbatível! Parabéns ao Alexandre pelo trabalho excelente! Parabéns!
 
Guto Dobes em 21/01/2014 08:53:11
Lindo empreendimento,
Sou colecionador de cachaça desde 1.975. Tenho mais de 2.000 garrafas de marcas diferentes de litro e de 600/700 ml, que estão aqui em Maracaju.
Tenho um sonho de abrir um museu da cachaça para expor ao público todas as marcas que tenho. Um dia chego lá. Tenho algumas marcas repretidas e se alguém quiser trocar, estou às ordens.
Advogado Nelson Dias Neto. Rua Dracena 2241.Maracaju. MS.67-9973-1144
 
nelson dias neto em 20/01/2014 16:36:43
Conheço um lugar que também tem ótimas cachaças "No Bira Tem", especializado em cachaçaria e td para churrasco. Tem Anisio Santiago, Seleta, Salinas e a mineira com sabor de banana e coisa de outro mundo vale apena experimentar. O proprietário Bira e um verdadeiro cachacier e o atendimento nota 10. Vale apena conferir fina na av. Zahran quase esquina com 13 de maio.
 
Katiuscia Ribeiro em 20/01/2014 10:32:57
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