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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

18/11/2014 06:56

Cozinheiro nas horas vagas pode chegar longe e servir até espaguete de Nutella

Elverson Cardozo
Espaguete de Nutella. (Foto: Arquivo Pessoal)Espaguete de Nutella. (Foto: Arquivo Pessoal)
Diretor gosta de massas e tem apreço pela culinária italiana. (Foto: Arquivo Pessoal)Diretor gosta de massas e tem apreço pela culinária italiana. (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma vez por semana, o diretor comercial Gabriel Cordeiro, de 30 anos, reúne amigos em Campo Grande, na própria casa, e vai para a cozinha preparar algum prato surpresa. A vocação culinária foi herdada da mãe, nas palavras dele, uma “cozinheira de mão cheia”.

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Com apenas 9 anos, Gabriel já estava na beira das panelas. A experiência precoce valeu a pena. Virou paixão. Um hobby que ele procura aperfeiçoar dia a dia, reproduzindo receitas, lendo muito e assistindo a vários programas de televisão.

Ele sempre se aventurou nas panelas, mas depois que deixou o emprego de bancário de lado, para trabalhar na área da tecnologia da informação, há um ano, pode se dedicar mais.

“Antes eu fazia já, mas não na mesma frequência. Agora eu faço toda sexta à noite, para me satisfazer mesmo. É algo que eu gosto. Quando estou na cozinha dou aquela relaxada. Eu gosto de poder servir”.

Atualmente, ele tem se voltado às delícias da culinária italiana porque tem um pé no país conhecido por consumir muita massa. Para os amigos, já fez pratos como polpetone, espécie de hambúrguer de carne recheado, gratinado com queijo e molho, nhoque, mini-panqueca, entre outras coisas.

Outro dia fez espaguete de Nutella. “Tinha visto com leite condensado, aí substitui. Fica diferente, mas muito bom. Normalmente serve como sobremesa. A Nutella fica como o molho. Aí a gente dá uma caprichada boa, joga algumas castanhas...”, explica.

O cardápio, para os amigos, é sempre uma surpresa. Ele gosta de testar as reações na hora. Por enquanto, até agora, tem tido bons resultados. “As vezes o pessoal fica espantado, se surpreende. Alguns não acreditam”.

Embora goste de gastronomia, o diretor comercial nunca fez um curso na área, mas tem ótimas referências da mãe e, como ela, garante ter boa mão na cozinha. Gabriel diz que cozinha por “pura distração”, mas revela que já pensou em fazer do passatempo um negócio. “Já pensei em ter algo, um restaurante, mas como hobby”, avisa.

Gabriel e a esposa, Carolina, em mais um jantar. (Foto: Arquivo Pessoal)Gabriel e a esposa, Carolina, em mais um jantar. (Foto: Arquivo Pessoal)



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