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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

06/06/2014 06:25

Da "chimia" ao salame, café colonial põe à mesa a saudade que gaúcha tem de casa

Paula Maciulevicius
Gaúcha de Passo Fundo, Cynthia Sudbrack Belin, resolveu transbordar a saudade para a mesa. (Foto: Marcelo Victor)Gaúcha de Passo Fundo, Cynthia Sudbrack Belin, resolveu transbordar a saudade para a mesa. (Foto: Marcelo Victor)

Há quase três décadas em Campo Grande, a saudade do café colonial não diminuiu para a empresária Cynthia Sudbrack Belin, de 57 anos. Gaúcha de Passo Fundo, ela resolveu transbordar o sentimento para as cucas, ambrosias e chimias e neste domingo, promove no próprio espaço de locação para eventos, um café colonial aberto ao público.

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“A ideia é juntar a tradição que existe no Sul, uma característica da gente, da vida e trazer uma coisa que a maioria das pessoas que vão pra lá procuram. É uma reunião de pratos gostosos”, explica.

Por R$ 35, se come um cardápio digno de banquete: cucas, bolos, tortas, “chimias”, uma espécie de geleia só que bem mais concentrada, salama e demais frios, pães caseiros, quiche de alho poró, pão de queijo, pastel, saltenha, crepes salgados e doces e de bebidas, vinho colonial, café, cappuccino e chocolate quente. E pensar que tudo isso é posto às mesas gaúchas às 5h da tarde, tendo visita ou não.

Salgados assados envolvem pastel, pão de queijo, de calabresa e empada. (Fotos: Bruno Sartori)Salgados assados envolvem pastel, pão de queijo, de calabresa e empada. (Fotos: Bruno Sartori)

O diferencial é que os produtos são todos produzidos por Cynthia ou trazidos do Rio Grande do Sul. À mesa não tem nada de industrializado, assim como em terras gaúchas, o sabor está no cuidado do plantar, até a colheita e a finalização no prato, no paladar do público.

O café já foi realizado ano passado, mas para um grupo menor. Dessa vez, Cynthia pensa que, se houver procura, pode o evento pode entrar no calendário. “Qualquer casa que você vá, 5h da tarde tem tudo isso. Dá saudade, lógico. Mas não mata, aqui não tem que matar nada”, comenta.

Para mostrar os dotes culinários, como se precisasse, Cynthia que já tem um buffet em Campo Grande, preparou para o Lado B uma pequena amostra do que o café colonial pode ser. Pão de queijo, pão de calabresa, empada de frango, pastel assado, bolo formigueiro, além de chá. Tudo uma delícia. Apesar do pão de queijo ser prato tradicionalmente mineiro, as mãos gaúchas de Cynthia o deixaram com um queijo “puxando” por dentro. O bolo também é macio por dentro e com uma massa levemente crocante, que junto do chá, casa perfeitamente.

O café colonial será servido a partir das 16h30, no Espaço Casa, na rua Bom Pastor, 578. Os ingressos podem ser comprados com antecedência no próprio espaço ou na Charmosa Ateliê, também na Bom Pastor, 582. Na hora os convites também estarão disponíveis. O telefone para contato é 3341-0171.

Café Colonial será posto à mesa a partir das 16h30, neste domingo. Café Colonial será posto à mesa a partir das 16h30, neste domingo.



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