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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

19/11/2015 06:35

Restaurante peruano abre as portas no Tiradentes com ceviches e culinária típica

Naiane Mesquita
O ceviche clássico é um dos mais apimentados e vem acompanhado de batata doce e milho O ceviche clássico é um dos mais apimentados e vem acompanhado de batata doce e milho

O sabor é apimentado, forte e bem sul-americano. No Quíchwa, restaurante nipoperuano, duas culturas milenares se encontram na cozinha pelas mãos do chef Dorival Fernandes dos Santos Souza, 36 anos. Inaugurado há pouco mais de um mês, o  endereço surpreende por não ter tradição em gastronomia mais requintada. Fica no bairro Tiradentes, bem próximo a Lagoa Itatiaia, em um prédio simples, mas com um cardápio ousado.

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O Lomo Saltado é de carne bovina e um dos pratos quentes do restaurante (Foto: Gerson Walber)O Lomo Saltado é de carne bovina e um dos pratos quentes do restaurante (Foto: Gerson Walber)

O carro-chefe do restaurante são os ceviches, com molhos e complementos diferenciados. O Mancora, por exemplo, é preparado com lula, camarão, polvo e um molho de tomate assado feito artesanalmente, além de pimentão e cebola roxa. Para acompanhar uma bolacha, que se assemelha a massa do pastel.

“Os ceviches são pratos tradicionais da cultura peruana e que têm muita aceitação no Brasil. Há seis anos estudo a comida peruana, por isso montei um cardápio com várias opções, como o clássico peruano, com peixe branco, no caso a tilápia, além da pimenta dedo de moça e a cebola roxa. Essa pimenta é a que mais se assemelha a peruana e o cliente pode me indicar se quer muito ou pouco apimentado”, explica Dorival.

O ceviche Mancora, um dos carros-chefes, é feito com lula, camarão e tilápia (Foto: Gerson Walber)O ceviche Mancora, um dos carros-chefes, é feito com lula, camarão e tilápia (Foto: Gerson Walber)

Os acompanhamentos são todos diferenciados, no caso do Ceviche Equatoriano, a pipoca é que vem no canto do prato. “É tradição no Peru”, indica o chef.

Dorival é paulista de Mirandópolis, mas desde os 9 anos mora em Campo Grande. Aqui, ele começou a se envolver com a cozinha lavando pratos. Depois trabalhou na Sobaria da Dona Maria e por fim resolveu se aventurar em São Paulo.

“Na época, a culinária japonesa começou a crescer. Achei que seria bom eu aprender os ofícios de um sushiman e resolvi estudar em São Paulo. Fiquei um tempo lá e depois segui para Brasília, onde trabalhei em restaurantes peruanos. Foi lá que comecei a conhecer os pratos do país”, ressalta.

Restaurante tem fachada em madeira e luminárias japonesasRestaurante tem fachada em madeira e luminárias japonesas

Das duas experiências, Dorival decidiu montar o restaurante. No início, a ideia era que o estabelecimento ficasse no Centro, mas pelas dificuldades com valores de aluguel, preferiu a periferia. “Aqui as pessoas sofrem muito para encontrar um restaurante adequado, com opções diferenciadas”, justifica.

Além dos ceviches, o chef ainda investe em pratos quentes peruanos, como o Lomo Saltado, com carne bovina, e Arroz Chaufa, com carne, linguiça calabresa, pimentão amarelo, cebolinha, ovo e gengibre. Ambos custam R$ 20,00.

Já do lado japonês, a opção são os combinados, que custam de R$ 35 a R$ 85,00, dependendo das unidades.

Os ceviches em geral variam de R$ 20,00, o Clássico Peruano à R$ 35,00, como o Mancora.

O Quíchwa fica na rua Oceania, nº 420, bairro Tiradentes e funciona apenas a partir das 19h, de terça a sábado.

Outras informações pelo telefone (67) 3341-6890. O restaurante tem estacionamento próprio e aceita os cartões Visa e Mastercard.

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Outro exemplo de ceviche tem a pipoca como acompanhamento Outro exemplo de ceviche tem a pipoca como acompanhamento



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