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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

14/03/2011 23:51

Aldo Rebelo declara guerra à ONGs por novo modelo de Código Florestal

Ítalo Milhomem
Deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) diz que Ongs defende interesse dos EUA (foto: Ìtalo Milhomem)Deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) diz que Ongs defende interesse dos EUA (foto: Ìtalo Milhomem)

O deputado federal, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), membro da comissão de assuntos exteriores da Câmara e relator do projeto da reforma do Código Florestal Brasileiro, declarou guerra aos interesses de países estrangeiros por interferência de organizações não governamentais ambientalistas.

Segundo Aldo, as limitações propostas por Ongs Ambientalistas vem frear a produção nacional e subsidiar indiretamente a agricultura estadunidense e européia.

O deputado afirma que essas mesmas ONGs que defendem um arrocho no código florestal, foram as que assessoraram o governo dos Estados Unidos em um estudo muito bem elaborado, chamado “Fazendas aqui, florestas lá”, que demonstra como a agricultura americana seria beneficiada com a diminuição de áreas plantadas no País e assegurou que o novo código é uma questão de emancipação nacional em relação as outras potências e grupos econômicos.

"Esse documento americano é assinado por duas ONGs, que foram consultoras dos fazendeiros americanos na elaboração deste projeto, que é muito bem feito, muito bem orientado para defender os interesses dos americanos. O caso mais específico é atuação do Greenpeace, que é uma multinacional holandesa, com denúncias graves na Europa em envolvimentos em irregularidades. O WWF também é outra ONG européia com grande atuação no Brasil. Elas dividiram a Amazônia em áreas de influência de cada uma delas, o S.O.S Mata Atlântica por exemplo até publicou estudo financiados pela embaixada da Inglaterra então naturalmente eles tem interesses a defender, que não interesses do Brasil”.

Rebelo exemplifica ações de ambientalistas contrárias ao desenvolvimento nacional.

“Quando se faz uma obra de infraestrutura como a usina hidrelétrica de Belmonte , eles organizam protesto, trazem gente de fora, cineastas, atrizes para impedir que o Brasil produza uma energia limpa como em Belmonte e no rio Madeira”.

Aldo afirmou que não se importa de ser chamado de “exterminador do futuro “, ou “Aldo Motosserra”, e diz que se o projeto da reforma do Código Florestal ferisse algum interesse brasileiro não haveria uma linha sua naquele relatório.

Após os comentários feitos sobre o novo código de florestas os produtores aplaudiram Aldo em pé.

Aldo foi convidado para palestrar sobre o tema durante o lançamento da 73ª edição da Expogrande, que acontece entre os dias 14 e 24 de abril no Parque de Exposições Laucídio Coelho. A feira agropecuária é uma das três maiores do País. Este ano a expectativa é de que sejam comercializados cerca de 30 mil reses de gado nos 48 leilões que o evento terá.

Estiveram presentes durante a cerimônia de lançamento da feira, representantes do setor agropecuário do Estado, o prefeito da Capital, Nelsinho Trad (PMDB), o senador Delcídio do Amaral (PT) e deputados federais e o líder do governo na Câmara Federal, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), representando a presidente Dilma.




isso mesmo vamos produzir, produzir e produzir... que se dane as florestas não precisamos delas elas não alimentam ninguem, se a real intenção desse novo Código e alimentar o mundo... acabar com a fome e posteriormente com a desigualdade no próprio país.. apoio com todas as forças...
amo o meu país, mas o brasileiro não é merecedor dessas terras...
"Quando a última árvore for cortada,
quando o último rio for poluído,
quando o último peixe for pescado,
aí sim (produtores) entenderemos que dinheiro não se come..." já dizia o nativo americano
 
Márcio Santos Araujo em 17/03/2011 03:51:58
Não é questão de 'eles podem, nós também podemos!'. A minha dúvida é o tamanho dessa mudança e o quanto ela irá interferir na vida dos brasileiros. Os incidentes de Angra, Petrópolis, Nova Friburgo, entre várias outras cidades, como vemos freqüentemente nos jornais, não foram causados por simples 'irritações do tempo', o ser humano busca dominar territórios que existem para assegurar sua sobrevivência.
 
Bruna Fagundes em 17/03/2011 03:03:35
Pelo comentario do Deputado Aldo Rebelo, minha unica dúvida é SERÁ QUE VAI SOBRAR ALGUMA VEGETAÇÃO NATIVA DEPOIS DESSA NOVA PROPOSTA DE PODER QUE NÃO QUER PRESERVAR NADA. SO VAI SOBRAR OS PARQUES FLORESTAIS ONDE O GOVERNO PROTEGE, NAS PROPRIEDADES PARTICULARES NÃO VAI TER MAIS NADA.
 
Keila Oliveira de Souza em 15/03/2011 12:39:39
Esse deputado ganhou meu voto, concordo inteiramente com ele. Essas ONGS defendem os interesses dos maiores distruidores do meio ambiente que ja existiu (EUA), querem mostrar como fazendeiros brasileiros são os vilões da natureza. Devemos, sim, preservar as florestas que ainda temos, entretando sem diminuir a produçao agricola, o Brasil contribui para produzir o que alimenta seres humanos, pois os paises de "primeiro mundo" estão muito ocupados fabricando produtos tecnologicos, até eles verem que celulares e Ipads não alimentam ninguem!
 
leticia mello em 15/03/2011 11:05:43
Código Florestal correto. Senão vejamos: Não plante uvas na serra gaúcha, assim compraremos as produzidos nos morros da Itália; Não plante maçã na serra catarinense, assim compraremos maçãs produzidas nas serras argentinas, portuguesas e francesas; não plante café nas serras capixabas ou mineiras, assim compraremos café produzidos nas serras colombianas, panamenhas e hondurenhas e de sobra ainda causamos o êxedo rural de quase 5 milhões, não apenas de trabalhores, mas de famílias que ocupam e trabalham em pequenas propriedades rurais nesses estados brasileiros. A quem interessa a destruição dos pequenos proprietários rurais brasileiros, quem estão financiando essas ONGs. Porque querem que no Brasil seja errado e nos outros países seja certo, além de destruir famílias que a várias gerações estão fixadas em pequenas propriedades rurais. Por isso, parabéns ao Deputado Aldo Rebelo, à Senadora Ana Amélia(RS) e a outros brasileiros que preferem lutar polo Brasil, ao invés de agradar interesses escusos financiados por governos externos, com o propósito único de destruir nossa produção.
 
Fauster Antonio Paulino em 15/03/2011 10:18:47
Um dos poucos homens públicos que demonstra coerência, ideais e coragem! Não sou produtora, porém não é de hoje que percebo interesses escusos por parte de algumas organizações internacionais no território brasileiro. Já descobriram até pesquisadores em Corumbá (que entraram no país sem declarar o real motivo da "visita") extraindo amostras de minérios e da flora brasileira. Querem declarar a nossa Amazônia como "patrimônio da humanidade"... E isto depois dos Estados Unidos terem destruído suas áreas verdes em nome do desenvolvimento. E a água? Aqui temos em abundância, mas é sabido que em muitos países, em breve será produto escasso... Isto sim é item essencial e que desperta grande interesse nos países estrangeiros. Não viram o que os Estados Unidos fazem para se apropriar dos poços de petróleo? É fácil: cria-se uma historinha de produção de bomba nuclear, divulga para o mundo o grande risco para a humanidade, ganha a "aprovação" dos países aliados e declara guerra ao pobre país... Pronto!
Penso que, antes de nos preocuparmos com interesses de "gente de fora" (apenas para nos sentirmos parte de um "seleto" grupo) devemos ENXERGAR os objetivos subliminares de cada proposta e priorizar os interesses de nossa gente, daquele que produz no campo, que gera riquezas e que tem sido tão penalizado por restrições na sua forma de produção.
O mesmo ocorre com os índios: com certeza, por trás de tanta organização na busca por terras, há organismos internacionais coordenando, agindo, DETERMINANDO uma atuação dos grupos indígenas com objetivos muito bem definidos. E o Brasil cai como um patinho... Ora, quem não ouviu ou conheceu alguém que detinha a posse legal de área produtiva, a mais de três gerações, com escritura, e teve parte ou toda a área declarada como sendo "área indígena"? São vidas destruídas por desapropriações descabidas e que ferem o direito constitucional à propriedade... Entendo que os índios tem sim direito a terra, porém, este fato não deve se sobrepor a justiça com quem de fato produz. Há muitas áreas da União que podem ser disponibilidas para os indios, porém com critérios e normas assistidas (que garantam que os próprios produzam e não comercializem as áreas).
 
Janete Maciel em 15/03/2011 09:09:48
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