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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

10/01/2013 16:39

Bernal quer mudar destino de R$ 2 milhões de convênio com a Caixa

Gabriel Neris e Nícholas Vasconcelos
Prefeito de Campo Grande na saída de reunião com procuradora federal (Foto: Nícholas Vasconcelos)Prefeito de Campo Grande na saída de reunião com procuradora federal (Foto: Nícholas Vasconcelos)

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), pretende mudar a destinação de R$ 2,5 milhões, dinheiro que sobrou do convênio da Prefeitura no valor de R$ 4 milhões com a Funasa (Fundação Nacional da Saúde) e a Anfer, empresa responsável pela desativação do lixão. Os recursos são da Caixa Econômica Federal.

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Durante a reunião no MPF (Ministério Público Federal) com a procuradora federal Joana Barreiro Batista, na tarde desta quinta-feira (10), para discutir a situação do aterro sanitário e dos catadores de lixo, Bernal pediu para que o dinheiro de sobra do convênio pudesse ter outro fim, como alterar a estrutura do aterro sanitário ou ampliar a usina de triagem para os catadores.

A procuradora afirmou que o convênio não pode ser alterado. De acordo com a procuradora, somente o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é autorizado a mudar o destino do convênio. Bernal disse ainda que haverá tentativa de mudança na finalidade do convênio via Funasa em Mato Grosso do Sul.

O prefeito afirmou que os todos os catadores que trabalhavam antes do fechamento do lixão passarão por um cadastro junto a SAS (Secretaria de Políticas, Ações Sociais e Cidadania) para receberem R$ 625,00 e mais uma cesta básica. Bernal afirmou que a reunião era para “resolver a questão da responsabilidade do patrimônio público, da responsabilidade ambiental, e o problema social criado para os catadores”. Levantamento da própria Prefeitura aponta que somente 3% de todo material que poderia ser reciclado chega até os catadores da cooperativa do aterro, que têm recebido somente o que é enviado pela coleta seletiva da concessionária Solurb.

Bernal diz que o aterro sanitário irá durar dois anos e meio, e não cinco como era projetado, caso a atual estrutura não seja alterada. Ele disse ainda que o aterro não pode se tornar um novo lixão, que está recebendo atualmente lixo in natura. 




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