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Campo Grande, Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017

26/02/2015 17:34

Calouros de Engenharia Ambiental plantam 50 mudas em trote ecológico

Mariana Rodrigues
Cerca de 50 mudas foram plantadas no CEA Anhanduí, em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio).Cerca de 50 mudas foram plantadas no CEA Anhanduí, em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio).
Pedro Henrique Carvalho Gonçalves, foi um dos idealizadores do projeto (Foto: Marcos Ermínio).Pedro Henrique Carvalho Gonçalves, foi um dos idealizadores do projeto (Foto: Marcos Ermínio).

Os calouros do curso de Engenharia Ambiental da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) foram recebidos hoje (26), pelos veteranos do curso com o "Trote Ecológico", uma ideia que surgiu dos próprios acadêmicos para receber os calouros. Cerca de 50 mudas foram plantadas no CEA (Centro de Educação Ambiental Anhanduí), em Campo Grande.

A ideia começou após uma conversa entre alunos do mesmo curso, que resolveram colocá-la em prática. Essa já é a segunda edição do trote, sendo que a primeira contou com a plantio de 110 mudas no campus da UFMS e no CEA Anhanduí.

"Desde quando entrei para a faculdade, tive essa ideia junto com outros amigos, de fazer esse tipo de trote. Assim que viramos calouros, colocamos em prática e deu certo. Já estamos no segundo trote e temos mais ideias que já estão sendo estudadas para serem colocadas em prática", disse o acadêmico e coordenador de eventos e relações externas do Centro Acadêmico de Engenharia da UFMS, Pedro Henrique Carvalho Gonçalves, 18 anos.

O calouro Luiz Eduardo Campos, de 18 anos, aprovou a atitude. "Acho que esse é um bom incentivo para nós, pois, sempre vemos na mídia trotes violentos, e só temos essa visão, o que acaba fazendo com que a gente tenha uma opinião negativa sobre esse assunto. Além disso, acho que algumas pessoas que ainda têm dúvidas sobre a escolha do curso, poderão conhecer na prática um pouco mais de como é a rotina de um Engenheiro Ambiental", comentou.

Foram plantadas mudas de Angico, Capitão, Ipê, Cedro e Pata-de-Vaca, que são nativas do cerrado, solo especifico daquela região, conforme informou o administrador do Parque Osmar Martins. "Além das plantas nativas, optamos por mudas de Sete Copas, que não é uma planta típica do cerrado, mas tem um fruto que serve de alimento para as araras", explicou.

Os acadêmicos ainda assistiram uma palestra sobre a conscientização do uso do solo, da separação correta do lixo e da economia da água. Mesmo com a forte chuva que caiu nesta tarde, os acadêmicos ainda fizeram uma trilha ecológica pela parque.




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