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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

13/10/2016 16:15

Ministro desembarca em MS para falar de agricultura e produção sustentável

Priscilla Peres
Senador, ministro e demais autoridades em Miranda. (Foto: Reprodução Facebook)Senador, ministro e demais autoridades em Miranda. (Foto: Reprodução Facebook)
Senador Pedro Chaves, presidente do Instituto SOS Pantanal, Roberto Kalbin e presidente da Renctas, Denner Giovanini.
(Foto: Reprodução Facebook)Senador Pedro Chaves, presidente do Instituto SOS Pantanal, Roberto Kalbin e presidente da Renctas, Denner Giovanini. (Foto: Reprodução Facebook)

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho desembarcou hoje no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Ele ficará no Estado até sábado, quando acontece um encontro que irá discutir sobre práticas sustentáveis e a conservação ambiental do bioma.

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O ministro chegou em Campo Grande nesta manhã, foi recepcionado por autoridades estaduais na Base Aérea e de lá, seguiu em um avião do governo do Estado acompanhado do senador Pedro Chaves (PSC) para Miranda - distante 201 km de Campo Grande.

A visita do ministro acontece em consequência a uma audiência pública realizada em Brasília, sobre o avanço da agricultura no Pantanal e suas consequências. As autoridades querem elaborar uma legislação capaz de proteger o Pantanal e promover a "conciliação com a produção agropecuária".

No sábado (15), demais autoridades estaduais, federais e do Mato Grosso se reúnem na Estância Ecológica Caiman, em Miranda para participar do encontro sobre “Futuro do Turismo e Iniciativas à Sustentabilidade do Pantanal”.

O evento é realizado pelo Instituto SOS Pantanal em parceria com o Governo do Estado, que junto com o senador Pedro Chaves e o ministro Sarney Filho vão falar sobre praticas sustentáveis em prol da conservação da biodiversidade.

Roberto Klabin, presidente do Instituto SOS Pantanal, está com a equipe e alerta para o fato de hoje o Pantanal ser visto como fronteira agrícola dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Além de ameaças como desmatamento e a instalação de práticas agropecuárias inadequadas.

Para ele, é importante diversificar a economia do Pantanal, investindo em atividades alternativas, como o turismo e a valoração dos serviços ecossistêmicos. O encontro quer, justamente, fazer com que a comunidade participe do assunto de forma mais ativa, com planejamento e integração.




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