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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

17/03/2016 17:56

Parceria prevê pesquisa e visitação turística em área com fósseis milenares

Caroline Maldonado
termo de Cooperação para atividades do programa Geopark foi assinado em Corumbá (Foto: Diário Corumbaense)termo de Cooperação para atividades do programa Geopark foi assinado em Corumbá (Foto: Diário Corumbaense)

Parceria entre o Governo do Estado e entidades prevê uma rede de pesquisa sobre o patrimônio paleontológico de Mato Grosso do Sul, além de outras atividades turísticas e de preservação. A assinatura do Termo de Cooperação referente ao Geopark Bodoquena-Pantanal marca o início dos estudos e planeja instalação de um núcleo no Parque Ecológico da Cacimba, em Corumbá, a 419 quilômetros de Campo Grande.

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O termo foi assinado ontem (16), pela Semade (Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) e Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). A assinatura ocorreu durante a abertura da Rota do Desenvolvimento, em Corumbá. 

O Geopark foi criado em 2009. São 39 mil km², da Serra da Bodoquena até as áreas pantaneiras Jacadigo e Nabileque. O programa tem um núcleo em Nioaque, a 179 quilômetros da Capital.

Segundo o diretor científico do Geopark, Afrânio Soriano Soares, a sede física do núcleo ainda não foi inaugurada, mas já são realizadas atividades com alunos das escolas da região para valorização do patrimônio paleontológico.

“Nem sempre, esse patrimônio é conhecido pela sociedade como um todo. A meta é fazer as pessoas compreenderem o valor disso e que governo e a sociedade façam a conservação e, ao mesmo tempo, auferir algum lucro atrvés de turismo, conservando os locais”, explicou Afrânio.

A região que compreende Geopark tem 200 cavernas com vestígios dos primeiros viventes da terra, segundo o presidente do Comitê Gestor do programa, Athayde Nery.

“Em Corumbá, está o fóssil do Corumbella, que é uma espécie que viveu há 600 milhões de anos e foi a primeira desse tipo a ser encontrada no mundo. Então, são diversas situações para serem estudadas, dentro de análises do ponto de vista arqueológico, rupestre, da morfologia e biodiversidade”, comento Athayde.

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