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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

06/05/2011 09:03

PF e Ibama fazem operação em Corumbá contra a caça de onças

Marta Ferreira
Animais abatidos foram apreendidos em operação no ano passado. (Foto: Arquivo)Animais abatidos foram apreendidos em operação no ano passado. (Foto: Arquivo)

A Polícia Federal e o Ibama desenvolvem hoje em Corumbá uma operação contra a caçada de onças.

Ação é um desdobrando da Operação Jaguar I, realizada em julho do ano passado, quando foi descoberta e presa uma quadrilha que organizada caçadas de onça na região.

A PF e o Ibama ainda não divulgaram detalhes da ação, que estava sendo preparada já há bastante tempo, para flagrar uma prática que tem se tornado cada vez mais comum no Estado, o abate de onças do Pantanal.

Safáfi pantaneiro - Em julho do ano passado, a quadrilha presa no ano passado cobrava de turistas pelo menos 1,5 mil dólares para participar da caça. Esse preço, segundo divulgado, era cobrado por animal abatido.

Nesta ação, foram detidos seis turistas que se preparavam para um safári em uma propriedade particular, em Sinop (MT), entre os quais quatro argentinos, um paraguaio e um policial militar de Mato Grosso.

Da quadrilha, foram presas quatro pessoas. À época, o dentista Eliseu Augusto Sicoli foi apontado como líder da quadrilha. Também foi identificado como integrante do bando Marco Antônio Moraes de Melo, o Tonho da Onça, que era tido como um caso simbólico de conversão de caçador de onça em colaborador com as ações de proteção ao animal.

Depois de ser considerado o maior caçador de onças pardas e pintadas do Brasil, com 600 abates no currículo, ele passou a auxiliar, desde 1990, o Ibama e entidades ambientalistas e acabou sendo indiciado na operação do ano passado, mas não chegou a ser preso.




Queira perdoar-me, caro Humberto.

Em sua observação a única palavra real é a arrogância.
É inadmissível organizar safáris como o vídeo demonstra e comprovadamente assistimos.
Ainda mais cobrar por isso.
Sabemos que nessas regiões e de cunho estritamente pela sobrevivência, o próprio pessoal da fazenda vai a caça daquela que causa prejuízo ao gado.
Mas cobrar para outros fazerem isso é muito mais hipócrita do que demonizar.
Nem é necessário ser intelectual de Ipanema ou Ibirapuera. Basta ser uma pessoa cujos olhos e ouvidos percebam e sintam o que ocorreu.
Infelizmente ou o Sr. não foi feliz em seu comentário, ou indiscutivelmente está tendo uma crise de bairrismo exacerbada.
 
Orlando Lero em 09/05/2011 11:31:01
gostaria de saber se algum desses criminosos se encontra preso.
duvido.
 
ricardo griao em 07/05/2011 09:11:20
A caçada de onça ano pantanal não pode ser vista como uma mera crueldade, ou como um ato de sadismo estéreo, porque essa ação faz parte da cultura e sobrevivência dos desbravadores pantaneiros.

Essa fazendeira, pode ter pecado pela arrogância, entretanto sua conduta é fruto da sua formação, pois seguramente ela foi criada assistindo seus antepassados preservando seus rebanhos da mesma forma.

O Estado e o meio ambiente deve muito aos antigos fazendeiros.

Dá para entender que um "Intelectual" de Ipanema demonize essa senhora, mas ataca la aqui no sul de Mato Grosso, sem considerar o contexto histórico social é pura hipocrisia


 
Humberto Figueiró em 07/05/2011 05:28:30
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