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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

09/10/2011 21:15

PMA prende sete pescadores e petrechos proibidos em Amambai

Fabiano Arruda

Policiais militares ambientais prenderam ontem sete pescadores por prática de pesca predatória no rio Amambai.

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As ocorrências só foram divulgadas pela corporação neste domingo.

Cinco pescadores foram encontrados num acampamento às margens do rio, no Salto do Caixão, em Amambai.

Foram apreendidos 0,5 quilômetros de redes de pesca e uma tarrafa, além de 20 quilos de pescado que foram capturados com uso do petrecho.

Segundo informações da PMA, além dos pescados, das redes e da tarrafa, também foram apreendidos dois barcos de alumínio, nova varas de pesca e dois motores de popa com tanques de combustível.

Os pescadores foram multados em R$ 1.120,00 em e foram detidos em flagrante por pesca predatória e foram liberados após pagar fiança. Eles poderão ser penalizados com detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas.

Também no rio Amambai, outra equipe prendeu ontem mais dois pescadores, residentes em Amambai, que estavam em outro acampamento também por pesca irregular.

Os 39 quilos de pescados apreendidos nas duas ocorrências foram doados à instituição filantrópica Associação de Mães de Amambai. Ainda conforme a PMA, cada pescador foi multado em R$ 1.080,00.

A PMA reforçou a fiscalização nos rios do Estado durante o feriado prolongado na operação “Padroeira do Brasil” para combater pesca predatória e outros tipos de crimes ambientais.

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O governo estadual deveria investir no Imasul para fazer monitoramento, projetos de criação de unidades de conservação e controle da poluição e pesca, onde estão os rios e as espécies nativas de peixes. Ao invés disso o Diretor-Presidente do Imasul concorda em gastar mais de 80 milhões num aquário que não vai contribuir nada para conservar as espécies de peixes. Fiscal Ambiental do Imasul.
 
Elisabeth Buckhardt em 10/10/2011 11:01:53
Enquanto o governos estadual se impenha em contruir um "Centro de Pesquisa e Reabilitação de Peixes" (Aquário Pantaneiro) gastando mais de R$80 milhões os servidores do Imasul não têm estrutura para trabalhar na fiscalização contra pesca predatória, poluição e assoreamento nos rios, onde realmente vivem e deveriam ser preservados nossos peixes. Fiscal Ambiental do Imasul.
 
Leonardo Tostes Palma em 10/10/2011 10:56:13
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