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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

21/11/2012 12:33

Usina de reciclagem do lixo deve ficar pronta em quatro semanas

Falta instalação de pré-moldados e conclusão da rede de esgotamento e elétrica

Nadyenka Castro e Paula Maciulevicius
Nelsinho participou do solenidade que marcou início dos trabalhos da Solurb. (Foto: Simão Nogueira)Nelsinho participou do solenidade que marcou início dos trabalhos da Solurb. (Foto: Simão Nogueira)

A usina de reciclagem do lixo produzido em Campo Grande deve ficar pronta em até quatro semanas. A afirmação é do prefeito Nelsinho Trad (PMDB), durante solenidade na manhã desta quarta-feira que marcou o início do novo serviço de coleta de resíduos sólidos.

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Desde a madrugada o trabalho é realizado pela CG Solurb, vencedora da licitação para o serviço, cujo contrato é de 25 anos. Ao todo, a Prefeitura irá pagar R$ 1,3 bilhão para a empresa.

Cabe à Solurb também construir e ativar a sede da cooperativa para reciclagem. De acordo com Nelsinho, a licença ambiental da usina de separação foi entregue hoje e para conclusão da obra falta instalação de pré-moldados, que já estão prontos, e também a rede de esgotamento e elétrica.

Para Nelsinho, a cooperativa “é fundamental para inclusão dos catadores” que ficam no lixão. “A usina entra em operação no dia do fechamento do lixão”, afirmou o prefeito.

De acordo com Marcos Cristaldo, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, o volume de lixo que poderá ser separado na usina será grande. “Já estamos estimando cinco toneladas/dia”, disse.

Segundo Cristaldo, atuam no lixão aproximadamente 350 catadores. Destes, 290 já estão cadastrados, pelo menos 100 têm trabalho fixo e buscam materiais recicláveis no lixão para garantir renda extra.

Os trabalhadores que aceitarem atuar na cooperativa vão receber treinamento em gerenciamento. Setenta já estão relacionados para trabalhar na usina. A média salarial prevista é de R$ 1 mil, já descontados os encargos previdenciários.

O lixão deve ser desativado na segunda quinzena de dezembro e, então, não será mais permitido a entrada de catadores. Os trabalhadores poderão apenas atuar na usina de reciclagem, na separação dos materiais.

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Como fica o horário de coleta domiciliar residencial? Mudarão horários? O que muda na separação do lixo que fazemos em casa? É pra continuar ou não? Acho que a nova empresa poderia se "apresentar" à sociedade campo-grandense e orientá-la, não somente pela imprensa, mas por todas as mídias e até mesmo pessoalmente, em bairros. É um diálogo fundamental. E comunicação é tudo.
 
Fabio Pellegrini em 21/11/2012 15:01:02
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