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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

23/11/2016 13:30

Deputados aprovam mudança no concurso para oficias da PM e Bombeiros

Candidato vai precisar ter formação em Bacharel de Direito

Leonardo Rocha
Deputados aprovaram os dois projetos, na sessão desta quarta-feira (23), na Assembleia (Foto: Assessoria/ALMS)Deputados aprovaram os dois projetos, na sessão desta quarta-feira (23), na Assembleia (Foto: Assessoria/ALMS)

Os deputados aprovaram, em segunda votação, o projeto que muda os critérios nos concursos para oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O candidato deverá ter formação em bacharel de Direito, para participar da seleção. A alteração agora segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

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Representantes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar compareceram na sessão da Assembleia, para acompanhar a votação da matéria. Eles disseram que esta era uma reivindicação da categoria, que foi acatada pelo governador.

"Foi uma proposta que nasceu nas corporações e que fizemos o pedido ao governador. Ele nos atendeu e encaminhou a mudança para votação. Esta exigência é importante porque mais da metade as atribuições deste trabalho, se exige conhecimento em Direito", disse o tenente-coronel da Polícia Militar, Cleder Silva.

O deputado Beto Pereira (PSDB), vice-líder do Governo na Assembleia, ressaltou que com a mudança, os futuros oficiais irão ter uma "melhor qualificação" jurídica, para desempenhar a função. "Esta exigência agora vai constar nos novos concursos para oficiais", disse o tucano.

Outro - Os deputados também aprovaram, em segunda votação, a projeto que propõe ao Corpo de Bombeiros levar acidentados, com convênios particulares, para hospitais privados. Atualmente, mesmo tendo este benefício, eles são encaminhados para unidades de saúde, que atendem o SUS (Sistema Único de Saúde).

O autor do projeto, Maurício Picarelli (PSDB), justificou que a intenção é diminuir a superlotação em hospitais públicos, que assim iriam atender neste momento de urgência, apenas os cidadãos sem convênio.

Neste caso, o paciente precisa estar consciente e assim esclarecer a equipe de resgate que possui plano de saúde, ou algum parente chegar no local e informar sobre esta condição. A proposta ainda prevê a transferência do hospital público ao particular, assim que a pessoa estiver em condições, com a devida autorização do médico.




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