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Política

Justiça eleitoral defere registro de Delcídio, Evander e Nelsinho Trad

Leonardo Rocha | 29/07/2014 08:34
Jutsiça defede candidatura do senador Delcídio do Amaral ao governo estadual (Foto: Arquivo)
Jutsiça defede candidatura do senador Delcídio do Amaral ao governo estadual (Foto: Arquivo)
Nelsinho Trad também teve seu nome homolgado, junta com sua vice Janete Morais (Foto: Arquivo)
Nelsinho Trad também teve seu nome homolgado, junta com sua vice Janete Morais (Foto: Arquivo)

A justiça eleitoral deferiu ontem (28) os registros dos candidatos Nelsinho Trad (PMDB), Delcídio do Amaral (PT) e Evander Vendramini (PP) que irão disputar o governo estadual, em Mato Grosso do Sul. Com esta decisão, eles se juntam a Reinaldo Azambuja (PSDB) e Professor Monge (PSTU), que já haviam recebido a devida homologação.

Na decisão dos três candidatos foi ressaltado que não houve qualquer impugnação aos nomes, bem como nenhuma inelegibilidade que possa ser declarada. Também ficou registrado que não existe ocorrência de "homonímia" em relação a identificação numérica, assim como dos nomes que serão usados na urna eletrônica.

Nesta homologação também foi deferido o nome dos candidatos a vice. No caso de Nelsinho Trad (PMDB), o da pastora Janete Souza Morais (PSB). Junto com Evander Vendramini (PP), Virgínia Marta Magrini (PP) e de Delcídio do Amaral (PT), seu vice Londres Machado (PR).

Dos seis candidatos ao governo estadual, resta apenas a análise e decisão em relação ao registro de Sidney Melo (PSOL).

Senado - Já na disputa pela vaga ao Senado já foi deferido o registro dos candidatos Ricardo Ayache (PT), da vice-governadora Simone Tebet (PMDB) e Valdemir Cassimiro de Souza (PSTU). Faltam análise do nome do empresário Antônio João Hugo Rodrigues (PSD), Lucien Rezende (PSOL) e do ex-prefeito Alcides Bernal (PP).

Bernal possui três pedidos de impugnação a sua candidatura, que serão julgados hoje (29) pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), na sessão do pleno marcada para às 17h, na sede do órgão.

A PRE (Procuradoria Regional Eleitoral), órgão ligado ao MPF (Ministério Público Federal), é um dos impetrantes da impugnação, por entender que Bernal é inelegível, em virtude da cassação levada à cabo pela Câmara de Campo Grande, o que, para o Ministério Público, o enquadra na chamada Lei da Ficha Limpa.

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